Alexa Clothes

Alexa Clothes Eu me chamo Alexandra, tenho 41 anos e sou terapeuta esportiva e mental coach de atletas amadores e profissionais.

21/08/2026

Seu braço ficou pesado no meio do jogo? 🎾

E aí você faz justamente o que parece mais lógico:

“Relaxa.”
“Solta o braço.”
“Joga leve.”

Só que, muitas vezes, quanto mais você tenta jogar leve, mais pesado o movimento f**a.

Isso acontece porque, sob pressão, você pode começar a controlar conscientemente movimentos que já estavam automatizados pelo treino.

Você pensa no braço.
Na força.
Na técnica.
No que está fazendo errado.

E quanto mais monitora o movimento, menos natural ele f**a.

Então, sentiu o braço pesar?

Use os próximos 20 segundos assim:

👉 1. Faça uma expiração longa.
Puxe o ar naturalmente e solte mais devagar, como se estivesse diminuindo o volume interno.

👉 2. Tire a atenção do braço.
Sinta os pés na areia, olhe para a quadra, ajeite a raquete. Pare de fiscalizar o movimento.

👉 3. Dê ao cérebro uma intenção simples para o próximo ponto.
“Profundo.”
“Diagonal.”
“Trabalha o ponto.”
“Bola alta.”

E então permita que o corpo faça aquilo que ele treinou para fazer.

Não tente fabricar a leveza. Crie as condições para ela aparecer. 🧠🎾

E isso é apenas uma pequena amostra do poder da sua mente dentro da quadra.

No curso Ferramentas Mentais para Atletas, eu ensino muitas outras estratégias práticas para você lidar com pressão, erros, ansiedade, foco, confiança e os momentos em que a cabeça começa a interferir no seu jogo.

Porque técnica você treina.

Mas a mente também precisa de treino.

💙 Quer aprender como?
O curso está disponível no link da bio.

20/08/2026

Tem gente que melhora o nosso jogo só por estar do nosso lado. 💎

Não porque acerta todas as bolas.
Não porque nunca se irrita.
Não porque está sempre sorrindo.

Mas porque, mesmo nos momentos difíceis, continua transmitindo: “eu acredito em você, vamos para a próxima.”

E isso, para mim, é uma das características mais valiosas de uma boa dupla.

No beach tennis, não precisamos carregar o jogo inteiro na cabeça. Existe sempre um próximo ponto — e é nele que a nossa atenção precisa estar.

E quando quem está ao nosso lado nos ajuda a voltar para esse ponto, em vez de acrescentar julgamento, cobrança ou cara feia, tudo muda.

Foi justamente sobre isso que eu e a Tata Moreno conversamos quando pensamos nesse conteúdo juntas. E talvez essa energia que ela leva para dentro da quadra ajude a explicar também a vibe que tanta gente me conta existir no Tata Moreno e Suas Joias. 💎✨ Táta Moreno e suas Joias
Esse ano eu finalmente vou viver essa experiência e estou animadíssima!

📍 09/09, às 19h — Parque Global
Happy hour + bingo beneficente em prol do Instituto Protea, com 100% do valor das cartelas destinado ao Instituto. Instituto Protea - Em prol da cura do câncer de mama

🎾 26/09 — Prainha Tamboré, Alphaville
Tata Moreno e Suas Joias

E deixo uma pergunta para o seu próximo jogo:

Quem joga ao seu lado joga melhor porque tem você como dupla? 💙

19/08/2026

Sair da zona de conforto é bonito na teoria. Na prática, às vezes signif**a 7 jogos, 7 duplas diferentes e… esquecer a própria raquete em casa. 😂🎾

Sexta-feira fui para Paulínia, a convite da Jana Arouca | Beach Tennis , viver novamente a experiência de jogar um Super 8.

E esse formato me desafia bastante.

Eu gosto de dupla fixa. Gosto de conhecer quem está do meu lado, entender a dinâmica, criar entrosamento e construir o jogo juntas.

No Super 8, não tem muito tempo para isso.

Você precisa observar, se adaptar, se comunicar e jogar.

E foi justamente aí que coloquei em prática uma estratégia que aprendi com uma atleta que atendo: não fazer conta.

Nada de f**ar pensando em pontos, games, classif**ação…

Meu cérebro já tinha trabalho suficiente se adaptando a cada nova parceira. Não precisava gastar energia tentando controlar mais uma variável.

No final, fiquei em 4º na primeira fase, fui para a B, formei dupla com a Carla Francischini Picinini — que energia boa! 💙 — ganhamos os dois jogos seguintes e fomos campeãs. 🏆

Mas o título foi só uma parte legal dessa experiência.

Porque treino mental também acontece quando a gente se coloca em situações diferentes daquelas em que se sente confortável.

Cada vez que você vive uma situação nova e percebe que consegue se adaptar, encontrar soluções e continuar jogando, você amplia seu repertório.

E talvez seja esse um dos melhores treinos para um esporte cheio de variáveis como o beach tennis:

não tentar estar preparado para tudo.
Mas se tornar cada vez mais preparado para se adaptar a qualquer coisa. 🎾🧠💙

Inclusive jogar enquanto sua raquete está vindo de motoboy. 😂

17/08/2026

Essa vitória da Rafaella Miiller e da Patty Diaz foi daquelas que vão muito além de um título. 💙

Foram quase dois anos sem conquistar um título juntas.

Nesse tempo, vieram ajustes, momentos difíceis, torneios batendo na trave e toda a pressão que aparece quando o resultado demora a chegar.

Mas elas continuaram.

E talvez por isso o 8x8 daquele super tie-break tenha sido tão simbólico.

No auge da pressão, a Pat teve uma bola para atacar e ousou.

Gancho cruzado.
9x8.

Ela não jogou para não perder.
Teve coragem de jogar para ganhar.

Pouco depois, Rafa e Pat eram campeãs novamente. 🏆

E f**a uma lembrança importante para todo atleta — profissional, amador ou juvenil:

o tempo sem ganhar não diminui o seu valor.

O troféu não devolveu o valor delas. Elas nunca tinham perdido. 💙

👇 E você? Já viveu uma fase em que achou que a vitória não viria mais… até que ela chegou? Me conta nos comentários.

Esse conteúdo nasceu da parceria entre a Moveer - Sports & Experiences e eu, porque quando a gente compartilha o mesmo propósito e acredita no esporte para além do placar, boas histórias merecem ser contadas juntas. 💙

17/08/2026

Como jogar um Super 8 sem pirar com 7 duplas diferentes? 😂🎾

Se adaptar faz parte do jogo.
Tentar virar uma atleta diferente a cada nova parceria, não.

Em um Super 8, a cada rodada muda a dupla, muda a dinâmica, muda a comunicação, muda o estilo de jogo.

E é aí que muita gente começa a gastar energia demais tentando descobrir:

“Será que ela gosta que eu fale mais?”
“Será que eu tenho que atacar mais?”
“Será que ela vai f**ar brava se eu errar?”
“Será que eu preciso mudar meu jeito de jogar?”

No final, você está tão ocupada tentando se adaptar à outra pessoa que se desconecta do seu próprio jogo.

Então, para não pirar, lembre de 3 coisas:

1. Tenha clareza do que você leva para qualquer dupla.
Qual é a sua potência? Energia? Defesa? Ataque? Comunicação? Consistência?
A parceira muda. Sua identidade de jogo não precisa mudar junto.

2. Combine o básico antes de começar.
Quem pega o meio? Como vamos nos comunicar? O que cada uma prefere ouvir depois de um erro?
Poucos segundos de alinhamento evitam muitos ruídos durante o jogo.

3. Adapte a estratégia, não a sua personalidade.
Você pode precisar jogar mais pela direita, defender mais, atacar mais ou construir o ponto de outra forma.
Isso é adaptação tática.
Outra coisa é passar sete jogos tentando adivinhar quem você precisa ser para agradar cada parceira.

No Super 8, talvez o maior desafio mental não seja jogar com 7 pessoas diferentes.

É conseguir continuar sendo você em todas as 7 duplas. 💙

E convenhamos… se você terminar o Super 8 sem ter pensado pelo menos uma vez “meu Deus, o que essa criatura quer que eu faça?”, você atingiu outro nível de evolução mental. 😂

😂 Existe estratégia contra os Sub-18. Só não sei se você vai gostar dela.Você chega no torneio, olha a chave e pensa:“Ok...
16/08/2026

😂 Existe estratégia contra os Sub-18. Só não sei se você vai gostar dela.

Você chega no torneio, olha a chave e pensa:

“Ok. Experiência conta.”
“Vou jogar com inteligência.”
“Vou variar.”
“Vou fazer essa menina correr.”

A menina: já correu, voltou, tomou água, respondeu três mensagens e está pronta para o próximo ponto. 😂

Enquanto você ainda está tentando recuperar o oxigênio do rally anterior.

Então, depois de anos estudando neurociência, performance e comportamento, desenvolvi uma técnica revolucionária para enfrentar Valentinas, Enzos e demais representantes oficiais do colágeno:

olhe a lista de inscritos ANTES.

Viu muito Sub-18?

Repita comigo:

“Esse torneio não combina com o momento atual da minha periodização.” 😂

Brincadeiras à parte: idade não ganha jogo sozinha — e experiência, estratégia, leitura de jogo e tomada de decisão também contam MUITO.

Mas que tem dia em que a gente olha aquela juventude correndo na areia e pensa “eu poderia estar em casa tomando um vinho”…

Tem. 😂🍷

Marca aqui aquela amiga que já olha a lista de inscritos procurando primeiro o ano de nascimento das adversárias. 👇😂

14/08/2026

A areia está pesada. Você percebe no primeiro deslocamento.

E, muitas vezes, o cérebro já começa:

“Essa quadra é horrível.”
“Não consigo jogar aqui.”
“Meu jogo não funciona nessa areia.”

Só que existe um problema: quanto mais o seu cérebro interpreta aquela condição como um problema, mais recursos você gasta lutando contra algo que não pode mudar.

🧠 Nosso cérebro trabalha o tempo todo fazendo previsões sobre o que vai acontecer. Quando a resposta da quadra é diferente daquela à qual você está acostumado, existe um erro de previsão: seu corpo espera uma coisa e encontra outra.

A saída não é fingir que a areia está boa.

É atualizar a previsão.

E você pode fazer isso com 3 truques mentais:

1. Troque julgamento por informação.

Em vez de:
“Que areia horrível.”

Experimente:
“Ok. A areia está mais pesada. O que muda no meu jogo aqui?”

Quando você transforma reclamação em observação, começa a direcionar sua atenção para informações úteis para adaptação.

2. Dê algumas bolas para o seu cérebro recalibrar.

Não espere jogar exatamente igual desde o primeiro ponto.

Observe seu deslocamento, seu tempo de chegada na bola, como seu corpo está respondendo e quais jogadas estão funcionando melhor.

Seu cérebro aprende com feedback.

Quanto mais rapidamente você coleta informação sobre aquele ambiente, mais rapidamente consegue ajustar suas previsões e seu comportamento.

3. Pare de desejar a quadra que não existe.

“Na minha arena a areia é melhor.”
“Se fosse uma areia mais leve…”
“Eu odeio jogar aqui.”

Nada disso muda o próximo ponto.

Quando perceber sua atenção indo para aquilo que você não controla, faça uma pergunta simples:

“O que essa quadra está me pedindo agora?”

Talvez seja mais paciência.
Talvez seja chegar antes.
Talvez seja simplif**ar.
Talvez seja aceitar que hoje o jogo vai exigir mais fisicamente.

A flexibilidade mental também faz parte da performance.

Porque competir bem não é conseguir performar apenas quando as condições estão do jeito que você gosta.

É conseguir perceber, aceitar e se adaptar mais rápido quando elas não estã

13/08/2026
Nem todo casal precisa ser uma dupla. E talvez esteja tudo bem. 😂❤️Jogar mista com quem a gente ama parece, na teoria, a...
10/08/2026

Nem todo casal precisa ser uma dupla. E talvez esteja tudo bem. 😂❤️

Jogar mista com quem a gente ama parece, na teoria, a combinação perfeita.
Até você errar uma bola…
ele bufar…
você olhar para ele…
e, de repente, aquele 3x3 virar uma discussão que começou no café da manhã. 😂

Porque quando entramos em quadra com alguém com quem temos intimidade, não levamos apenas nossa raquete. Levamos a história da relação junto.

Expectativas.
Cansaço.
Filhos.
Rotina.
Pequenas mágoas.

E aquela liberdade que só a intimidade dá de perder alguns filtros. 😅

Por isso, antes de insistir em fazer a dupla funcionar, talvez exista uma pergunta mais importante:

Por que vocês precisam jogar juntos?

Vocês podem se amar.
Amar beach tennis.
Torcer um pelo outro.
Treinar e viajar juntos.

E competir com outras pessoas.
Isso não diminui a relação. Às vezes, é justamente uma forma inteligente de preservá-la.

Porque o beach tennis deveria acrescentar algo ao casal — e não cobrar da relação um preço maior do que o jogo merece.

💙 No final, talvez a melhor parceria de vocês não precise acontecer dentro da quadra.

👇 Agora quero saber: você joga mista com o marido/esposa? Dá casamento… ou dá pedido de divórcio no segundo game? 😂

10/08/2026

Perder incomoda. E talvez seja exatamente por isso que a gente queira encontrar uma explicação tão rápido. 🎾

Foi o vento.
Foi a bola.
Foi a quadra.
Foi a parceira.
Foi o jogo estranho da adversária.

Às vezes, tudo isso realmente influencia.

Mas existe uma pergunta que ajuda muito mais na evolução:

“O que eu poderia ter feito melhor com aquilo que estava sob o meu controle?”

Não é sobre se culpar pela derrota.

É sobre transformar o resultado em informação.

Porque quando você para de gastar energia tentando justif**ar o que aconteceu e começa a investigar o que pode aprender com aquilo, a derrota deixa de ser apenas uma derrota.

Ela vira treino. 🧠💙

E talvez essa seja uma das maiores diferenças entre proteger o ego e desenvolver a atleta.

👇 Agora quero saber: qual é a desculpa pós-jogo que você mais escuta por aí? 😂

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