08/08/2023
Você já se perguntou por que as coisas são como elas são?
Antes de tudo ser como é, o Feudalismo, originado no século III, era a forma de organização social e econômica. Surgiu quando os poderosos senhores romanos, cansados de serem atacados por bárbaros, resolveram abandonar os centros rurais e viver nos campos.
Como eles não curtiam muito trabalhar, logo arrumaram uma desculpa para explorar os mais pobres: trabalhe para mim que eu te protejo e deixo você morar na minha terra. Essa relação durou até o século XV, sem hipótese de mobilidade social, ou seja, se você nasceu pobre, morrerá pobre.
No Feudalismo, a sociedade era basicamente dividida em três: a nobreza, o clero e os servos.
A nobreza aplicava as leis, cobrava impostos, administrava a justiça social, declarava guerras, entre outros.
O clero, formado pela igreja católica, eram os mais importantes do regime feudal e não pagavam impostos, já que estavam mais próximos de Deus e tals.
E os servos eram a grande maioria, camponeses trabalhadores que pagavam vários impostos e tributos.
Veio o Capitalismo, o sistema econômico e social baseado na propriedade privada dos meios de produção e na busca pelo lucro, que tomou o lugar do feudalismo. No começo, o Rei comandava o mercado e surgiram as moedas e explorações europeias de colônias na américa latina, por exemplo.
Metais brilhantes? Quero todos!
Depois, revoluções tecnológicas e políticas fizeram o capitalismo se transformar. O comércio cresceu, e junto com ele, a burguesia, que também não gostava de trabalhar e pagava para trabalharem para eles. A ideia é simples: você trampa até morrer, eu te pago o mínimo.
5 anos de idade? Contratada!
Nada mudou desde a época dos feudos, e, apesar de conhecermos histórias de pessoas que nasceram pobres e “venceram na vida”, ainda são excessões à regra do capitalismo, onde o dinheiro vale mais que a vida e as pessoas não são iguais porque existem aqueles que descendem dos senhores feudais, nobreza, realeza e clero e aqueles que foram explorados e escravizados desde o nascimento, sem terra, sem dinheiro e sem o conhecimento.
As artes 68 e 69 da Nui são chamadas "A Ovelha Comunista" e "Nuile Marx".
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