Sofia Coelho Designer

Sofia Coelho Designer Designer de Moda & Mentora de Estilo Emocional. Ajudo mulheres reais a reconstruírem a sua autoestima e feminilidade com confiança e autenticidade.

Ajudo mulheres 40+ a valorizarem a sua personalidade e autenticidade e a sentirem mais confiança através da roupa e da imagem pessoal💎 Peças de roupa exclusiva, para mulheres que querem vestir a sua personalidade e sentir-se especiais com a sua imagem. Uma viagem por pequenas coleções de peças únicas, exclusiv

as ou com poucas unidades. Conferindo um equilíbrio entre a moda, a elegância, a história que se esconde em cada peça enquanto criação e a preocupação com a sustentabilidade. Porque cada pessoa é única e especial, também aquilo que vestimos merece ser igualmente especial. A "Sofia Coelho Designer", tem como objetivo oferecer ao público feminino um equilíbrio entre a moda, a elegância, a história que se esconde em cada peça e a sustentabilidade. Para isso, recorre-se a finais de rolos, ou a sobra de tecidos de coleções de estilistas, mantendo a qualidade dos materiais e evitando desperdícios. Conferindo assim, a estas pequenas coleções, peças únicas ou com poucas unidades. Recorrer ao comércio local e a fornecedores nacionais, são uma prioridade, assim como parcerias com "jovens empreendedores" de modo a complementar as peças. Venha fazer parte desta história e torná-la sua também...

03/09/2026

Há mulheres que acreditam que existe "o estilo ideal".
Mas o estilo não é um destino...É uma consequência.

A consequência de te conheceres ao longo do teu trajeto de vida!

De te respeitares.

De deixares de pedir autorização para seres quem és.

É por isso que duas mulheres podem vestir exatamente a mesma peça e transmitir algo completamente diferente.

Porque o que comunica nunca é apenas a roupa.

É a mulher que a veste.
A postura, o estar, o sentir... é uma naturalidade genuína!

Se sentes que a tua imagem deixou de contar a tua história, talvez não precises de descobrir um novo estilo,
talvez precises de voltar a escutar a tua própria voz interior.
O que antes fazia sentido para ti, provavelmente hoje, já não faz!

É esse caminho que percorremos juntas nas sessões individuais.

✨️A imagem não serve para construir uma personagem. Serve para revelar uma identidade.

O meu objetivo não é transformar-te numa versão "melhor". É acompanhar-te no regresso à versão mais autêntica de ti mesma.

Achas que sempre lidei bem com o meu corpo?A resposta sincera, é que não era diretamente sobre o meu corpo... era sobre ...
02/09/2026

Achas que sempre lidei bem com o meu corpo?
A resposta sincera, é que não era diretamente sobre o meu corpo... era sobre a minha mente!

A vergonha entra devagarinho na nossa vida e não costuma ser muito direta:

"Não sabes assim tanto",
"Não és assim tão boa",
"Quem pensas que és?"

Ela é muito mais subtil.

Sussurra dentro de nós e parece querer proteger-nos.

"Não te exponhas."
"Espera mais um bocadinho."
"Não vale a pena."
"Os outros fazem melhor."

E como fala tão baixinho,
acabamos por acreditar que aquela voz somos nós.

Mas não somos.

Ao ler Brené Brown, houve uma ideia que ficou profundamente gravada em mim: a vergonha cresce no silêncio.

E talvez seja por isso que tantas mulheres passam anos a carregar sozinhas perguntas que nunca tiveram coragem de fazer em voz alta.

A vulnerabilidade assusta,
mas, não porque seja fraqueza.

Assusta, porque nos obriga a mostrar partes de nós que durante muito tempo tentámos esconder de tudo e todos (e até de nós).

A questão nunca foi se és suficientemente forte.

A questão é:

Com quem te permites deixar de ser forte?

Porque é nos espaços seguros que a vergonha começa, finalmente, a perder força.
(Não foi por acaso que criei os encontros no atelier, ou as mentorias individuais)

Nem toda a gente merece saber das tuas vulnerabilidades, mas é na empatia da escuta que essa voz interior da vergonha, desaparecerá. Foi nessa partilha que descobri um pouco mais sobre mim!

De 1 (pouco) a 10 (muito), qual o tamanho da tua vergonha e inseguranças hoje?

Mudar, muitas vezes, é o processo necessário para voltar a RECONECTAR!Setembro traz isso mesmo... É quase que um reiníci...
01/09/2026

Mudar, muitas vezes, é o processo necessário para voltar a RECONECTAR!

Setembro traz isso mesmo... É quase que um reinício de ano, de uma nova etapa pós férias.
As cores começam lentamente a mudar na natureza, para dar início aos pores do sol mais dourados. Até as folhas, começam esse processo natural e belo.

Se tudo muda, porque tendemos a querer permanecer igual, mesmo quando isso já não nos serve mais e nem sentido faz!

O medo da opinião do outro, e o medo da vergonha (por mostrar as nossas vulnerabilidades) traz desconforto e inseguranças... Mas, também nos traz aprendizagens e a possibilidade de te conheceres melhor.

Procuramos a Autenticidade, mas temos medo de descobrir quem somos e porque fazemos determinadas escolhas.

A roupa e o espelho, apenas são o reflexo disso...

Aproveita este Recomeço com sabor ainda a Verão, mas comnuma pitada de Outono, para dares início a uma nova jornada.

Se sozinha é difícil, marca a tua sessão de diagnóstico.
O autoconhecimento sobre quem és hoje, é possivelmente aquilo que mais precisas descobrir.

27/08/2026

Há frases que parecem inofensivas e pensamentos que aprisionam...
"Não quero dar nas vistas."
"Prefiro passar despercebida."
"Nesta idade já não f**a bem."

Mas, quando as repetimos durante muitos anos, elas deixam de ser apenas frases.
Transformam-se na forma como ocupamos o nosso lugar no mundo.
E isso também se vê na imagem.
Não porque a roupa tenha esse poder.
Mas porque a imagem acaba sempre por traduzir aquilo que acreditamos sobre nós.

Hoje, estamos a ver algumas mulheres que querem colocar a sua vida na mão de terceiros para serem validadas, encaixando num padrão que dá menos resistência, mas quando dependemos de fatores externos para isso, diz-nos a história, que só existe espaço para um e não para dois (salvo raras excepções onde respeito e liberdade mútua). E se olharmos, para outros pontos do globo, vemos isso a acontecer!
Mulheres continuam a ser mort@s, quando decidem seguir os seus sonhos, desejos, vontades e liberdade humana!

Talvez hoje possas fazer uma pergunta diferente:

- Onde é que tenho estado a diminuir-me para continuar a ser aceite?

Se sentes que, ao longo dos anos, foste deixando partes de ti para trás para corresponder ao que esperavam de ti, talvez este seja o momento de começares um caminho diferente.

Não para te tornares outra mulher.
Mas para voltares a ocupar o lugar que sempre foi teu.

20/08/2026

Há uma diferença entre comprar roupa e procurar uma versão de ti perdida.

Muitas mulheres acreditam que precisam de renovar o guarda-roupa, mas, no fundo, aquilo que procuram é voltar a sentir entusiasmo quando se olham ao espelho.
Não há nada de fútil nisso.
Existe apenas um desejo profundamente humano nisso:

✨️O de voltar a reconhecer-se.

A roupa pode acompanhar esse caminho,
mas nunca será o ponto de partida.

Se sentes que já tentaste mudar por fora e, ainda assim, continuas sem te reconhecer, talvez esteja na altura de começares por outro lugar.

Será um privilégio acompanhar-te a descobrir a mulher que existe antes de qualquer escolha de roupa.

Envia mensagem com a palavra ESPELHO, ou conta-me um pouco da tua história 🧡

13/08/2026

Há mulheres que acreditam que têm um problema porque "não sabem vestir-se".

Mas, muitas vezes, o problema não está na roupa.
Está na forma como hajes, reages, sentes e pensas.

Porque cada escolha que fazemos de manhã responde, ainda que em silêncio, a uma pergunta:

"Como é que me vejo hoje?"

É por isso que duas mulheres podem vestir exatamente a mesma peça e transmitir presenças completamente diferentes.
A diferença nunca esteve apenas na roupa, (apesar de ser importante o conhecimento das técnicas para valorizar o teu visual),
sempre esteve na atitude da mulher que a veste.

Talvez este seja o momento de deixares de perguntar:
- "Que roupa me favorece?"

E começares a perguntar:
- "Que imagem representa verdadeiramente quem sou hoje?"

Também nós passamos grande parte da vida a mostrar aquilo que aprendemos que é aceitável… e a esconder aquilo que nos in...
12/08/2026

Também nós passamos grande parte da vida a mostrar aquilo que aprendemos que é aceitável… e a esconder aquilo que nos incomoda.

Eu própria fiz isso durante mais de 10 anos.

Não conseguia vestir saias ou vestidos e dizia simplesmente:
"Não é prático e o gosto."

Mas, quando comecei a olhar verdadeiramente para dentro, percebi que não era apenas uma questão de gosto.

Havia inseguranças. Medos. Crenças sobre o meu corpo, sobre ser mulher e sobre a forma como seria vista.

E percebi algo que mudou a minha relação com a imagem:
Nem tudo aquilo que pensamos ser uma escolha é, de fato, uma escolha livre.

Às vezes é uma proteção.

O autoconhecimento não serve para eliminar as nossas partes "difíceis". Serve para as compreender e integrar.

Porque não precisamos de ser apenas luz.
A sombra também faz parte de nós.

E talvez a pergunta mais transformadora seja:
Isto que escolho é realmente meu… ou é uma forma que encontrei para me proteger?"

É uma pergunta que pode mudar a forma como te vestes mas também a forma como te vês.

E talvez seja por aí que começa o verdadeiro **Regresso ao Espelho**.

Há histórias que merecem ser contadas.Esta semana deu uma reportagem que toca em pontos mais sensíveis do que imaginamos...
08/08/2026

Há histórias que merecem ser contadas.
Esta semana deu uma reportagem que toca em pontos mais sensíveis do que imaginamos - as dependências. (E elas podem ser várias: dr**as, álcool, s**o, compras, comida, emocional,...)

Uma mulher, a Ana, decidiu homenagear a enfermeira especialista em Saúde Mental que a acompanhou num dos momentos mais difíceis da sua vida.
A enfermeira Lénea que a acompanhou no processo, é minha irmã e ela decidiu levar vestida uma das t-shirts da minha coleção c'Alma (e fez todo o sentido esta escolha).

Ao longo do programa confesso que senti um misto de emoções (de orgulho na mana e do trabalho impactante que faz, mas também nas histórias que tantas de nós escondemos atrás das nossas armaduras (todas as 'Anas' desta vida)... Lembrei-me de algumas mentoradas minhas.

Porque, de repente, tudo aquilo em que acredito, estudo e presencio se cruzou no mesmo instante.

- Uma mulher que encontrou um porto de abrigo.
- Outra mulher que decidiu guiar sem julgar.
- E uma t-shirt bordada, ponto a ponto, por mãos que também carregam histórias e marcas de uma vida (e algumas que me deixaram quase sem reação).

Quando criei a coleção c'Alma, nunca pensei apenas em roupa.
Pensei naquilo que cada ponto representa para aquelas mulheres.
Nenhum bordado nasce pronto.
Nenhuma identidade também.

Ao longo da vida vamos acrescentando linhas, desfazendo outras, reconstruindo partes que julgávamos perdidas.
É exatamente isso que acontece quando decidimos pedir ajuda.
Não porque somos fracos.
Mas porque percebemos que há caminhos que não precisam de ser feitos sozinhos.
Como diz Brené Brown: Colocarmo-nos em vulnerabilidade é um ato de muita coragem!

Acredito profundamente que cuidar da saúde mental é também um ato de coragem.
Tal como acredito que uma imagem verdadeiramente bonita nunca nasce apenas daquilo que vestimos, nasce da relação que construímos connosco ao longo do tempo.

E essa relação de autoconhecimento, tal como um bordado feito à mão... também se constrói ponto a ponto✨️

Coleção t-shirts c'Alma
www.sofiacoelhodesigner.com

Momento Certo
Lenea Coelho

07/08/2026

Há mulheres que sabem exatamente aquilo que gostavam de mudar no seu corpo.
Mas muito poucas sabem responder a uma pergunta diferente:

"O que é que o meu corpo já viveu?"

Foi nele que viveste todas as tuas conquistas.
Foi nele que enfrentaste perdas.
Foi nele que trabalhaste.
Abraçaste.
Cuidaste.
Amaste.
Resististe.

E apesar de tudo, continua a ser castigado e com uma sentença determinada por ti: CULPADO!

Talvez ele apenas continue à espera, que o olhes com mais gentileza.
Mas, essa mudança começa muito antes da roupa.

Se sentes que a tua imagem já deixou de refletir quem és hoje,
talvez o caminho não comece por comprar mais roupa, ou descobrir mais ferramentas de imagem.
Talvez comece por reconstruir a relação entre a mulher que és... e a imagem que levas para o mundo.

É exatamente essa viagem de autoconhecimento, que faço com cada mulher que decide confiar em mim.

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