06/09/2026
Quando o assunto é o meu filho, eu desço do salto.
Eu visto a camisa.
Arregaço as mangas.
Entro em saia justa.
Dou a cara a tapa.
E, se precisar, tiro o chapéu para a elegância e entro na briga.
Não tenho vergonha de cobrar.
Não tenho vergonha de insistir.
Não tenho vergonha de incomodar quem precisa ser incomodado.
Porque existem momentos em que ser uma mulher “boazinha” não serve.
Pelo meu filho, eu faço o que for preciso.
E depois eu volto para o meu salto.
Porque lutar por ele não me faz menos elegante.
Antes de qualquer imagem, eu sou mãe.