Bilu Bilu Roupas e Acessórios Infantis

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17/01/2017

Oportunidade para pessoas que queiram seu próprio negócio!!
Se você tem interesse em ter seu próprio negócio, tenho a oportunidade que você precisa e não precisa sair do seu trabalho atual.
O empreendimento é no segmento de cosméticos para rejuvenescimento, para ser mais especifico: Cosméticos e nutri-cosméticos.
Caso você queira fazer parte desse mercado que fatura mais de R$ 100 bilhões de reais por ano, independente de crise no nosso país, terei o prazer de lhe explicar melhor. Caso tenha se interessado deixe sua mensagem in box.

VIDA SEXUAL DA MÃE DEPOIS DA CHEGADA DO BEBÊCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/O momento ideal é aqu...
14/06/2016

VIDA SEXUAL DA MÃE DEPOIS DA CHEGADA DO BEBÊ

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O momento ideal é aquele em que você e seu parceiro se sentirem prontos. Muitos médicos recomendam um período específico de abstinência, na maioria das vezes 40 dias ou seis semanas, o chamado "resguardo".

Por outro lado, há quem defenda que vale a pena ter relações se***is antes da consulta de 40 dias pós-parto com o ginecologista, pois assim já dá para falar com ele se tiver surgido alguma dificuldade.

Há casais que retomam a vida sexual depois de um mês, enquanto outros chegam a esperar até um ano. A melhor regra é respeitar seu corpo e seus sentimentos e conversar bastante com seu parceiro para explicar o que se passa.
Por que demorar tanto para voltar a ter relações se***is?

A relutância ou incerteza das mães quanto ao s**o pode decorrer de uma série de motivos, sendo o mais comum deles a dor, devido a uma episiotomia ou aos pontos da cesárea. Mesmo que não tenha havido lesão na área vaginal, a região pode f**ar sensível por algum tempo.

É recomendável esperar a recuperação de eventuais lacerações e a retirada de pontos antes de uma relação sexual com penetração.

O cansaço é outro fator que não pode ser ignorado. Os cuidados 24 horas por dia com um recém-nascido são exaustivos, e a hora de deitar na cama acaba sendo o mágico momento de finalmente se desligar e dormir por algumas horas.

A percepção quanto ao próprio corpo pode também ter mudado -- muitas mulheres dizem se sentir menos atraentes e com menor desejo sexual neste momento de suas vidas.
E se meu parceiro quiser voltar à ativa e eu ainda não estiver preparada?

Não é incomum que isso aconteça. A situação exige amor e compreensão das duas partes para que não se torne um problema maior. O primeiro passo é uma conversa franca sobre como cada um de vocês se sente.

Seu parceiro pode acabar se sentindo rejeitado por sua falta de interesse em relação ao s**o, por isso é essencial que ele esteja ciente de tudo o que se passa física e emocionalmente com seu corpo.

É prioritário que um casal tenha algum tempo a sós, já que palavras e carinho são excelentes formas de expressar afeição e proximidade. Quanto ao s**o, penetração não é tudo, e a estimulação sexual de outras formas pode ser muito prazerosa.
Dicas práticas

Confira algumas maneiras de manter a sexualidade presente na sua vida:

Lubrif**antes à base de água podem ajudar na hora das relações se***is quando a região ge***al ainda está sensível; eles também auxiliam no caso de a área estar menos lubrif**ada, algo que ocorre com muitas mulheres nessa fase devido às mudanças hormonais.

Uma relação sexual completa não é necessariamente essencial na primeira tentativa. Talvez seja mais fácil f**ar só nas carícias e preliminares e aos poucos ir se reacostumando ao contato sexual.

No caso de s**o com penetração, procure escolher uma posição que não pressione demais a área em que ainda há sensibilidade ou incômodo.

Se o cansaço é seu maior problema, tente usar a hora da soneca do bebê para um momento de intimidade, em vez de a hora de dormir.

Pratique exercícios para o assoalho pélvico para tonif**ar os músculos da região vaginal, e procure algum tipo de exercício mais leve para ajudá-la a voltar à forma e levantar a auto-estima.

Coma bem e beba bastante água. Descanse sempre que puder. Os cuidados com um bebê exigem muito da mãe, e para ter a energia necessária para o s**o é preciso que você também cuide de si mesma.
Há algo com que deva me preocupar?

Se a penetração continuar dolorida depois de algum tempo, apesar de todos os cuidados, não deixe de conversar com seu ginecologista. Pode acontecer de a forma como os pontos de uma episiotomia serem dados pode provocar desconforto de longo prazo, mas a situação pode ser resolvida com um procedimento cirúrgico.

Infecções podem causar secreção vaginal com odores mais fortes, o que requer cuidados médicos. E, se você ainda tiver algum tipo de sangramento quatro semanas após o parto, ou se houver aumento na perda de sangue, fale com o médico.

CAXUMBA: SAIBA QUAIS SÃO OS SINTOMASCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/A caxumba, também conhecida c...
07/06/2016

CAXUMBA: SAIBA QUAIS SÃO OS SINTOMAS

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A caxumba, também conhecida como papeira ou parotidite, é uma doença altamente contagiosa causada pelo Paramyxovírus. Pode ser prevenida através de vacinação.
Quais são os sintomas da caxumba?

Febre e dor na hora de engolir ou falar são sintomas iniciais de caxumba, assim como dor de cabeça, dor de ouvido e inapetência.

A caxumba também é caracterizada por inchaço e dor na região logo abaixo das orelhas e do maxilar. O inchaço, provocado pelo aumento das glândulas salivares, pode aparecer de um ou dos dois lados do rosto.

Não é incomum que um dos lados inche uns dias antes do que o outro. Tenha em mente, contudo, que outras infecções e condições (como uma obstrução das glândulas salivares) também podem produzir inchaço semelhante.

Outra consideração é que nem sempre aparece inchaço aparente nas bochechas com a caxumba. Às vezes ela lembra mais um resfriado comum, junto com infecção do trato respiratório, e às vezes é tão leve que não provoca sintomas e acaba se resolvendo sozinha.
Quais são as complicações da caxumba?

Felizmente, complicações de caxumba são relativamente raras. Porém, se ocorrerem, podem afetar outras partes do corpo, como sistema nervoso central (provocando encefalite ou meningite), pâncreas, testículos e ouvido.

"Tanto a meningite como a encefalite causadas pelo vírus da caxumba, em geral, apresentam boa evoluçāo", observa o pediatra Paulo Ferreira, integrante do Conselho Médico do BabyCenter.

A inflamação dos testículos é conhecida como orquite. É dolorosa e pode levar a infertilidade. Embora orquites possam ocorrer em qualquer idade, é pouco comum em meninos com menos de 10 anos.

Nas meninas, a caxumba pode provocar uma inflamação semelhante nos ovários, a ooforite, porém ela não está relacionada a esterilidade. Essa complicação não é frequente e aparece apenas em cerca de 5 por cento dos casos .

Se seu filho f**ar com o pescoço enrijecido, tiver convulsão febril ou começar a vomitar, procure ajuda médica imediatamente, porque podem ser sinais de uma complicação.
Como se pega caxumba?

A transmissão é por contato direto com a saliva ou espirro de alguém infectado (pelas gotículas de saliva). Ou seja, basta estar por perto ou encostar em algo, como um brinquedo, em que uma pessoa infectada pelo vírus mexeu.

Os sintomas geralmente aparecem de duas a três semanas após a exposição ao vírus. A fase de contágio dura desde alguns dias antes dos primeiros sintomas até uns nove dias depois que eles surgirem.

Nesse período, não mande a criança à creche ou escolinha para não transmitir a caxumba para outras pessoas.

Também é bom limpar os brinquedos e objetos contaminados com secreções do nariz e da boca de quem está com caxumba. Para isso, você pode usar um pano umedecido com detergente e álcool.
Como é feito o diagnóstico de caxumba?

O diagnóstico de caxumba costuma ser por exame clínico, embora possa ser também confirmado por exame de sangue.

É sempre bom que um médico exame uma criança com suspeita de caxumba, já que outras infecções podem provocar inchaço na mesma área do corpo e precisam ser investigadas.

A caxumba melhora em 10 a 12 dias. Não há tratamento específico para a doença, mas pergunte para o médico se tem problema dar algum analgésico para a dor (lembrando que aspirina nunca deve ser dada a uma criança, devido ao risco de levar à Síndrome de Reye, uma doença rara, porém muitas vezes fatal).

Outras maneiras de trazer um pouco de conforto para uma criança com caxumba são:
Oferecer bastante líquido, evitando bebidas cítricas, como suco de laranja e limonada, que incomodam na hora de engolir. Alimentos pastosos são também mais fáceis de engolir do que comida normal
Fazer compressas mornas ao redor do pescoço
Fazer o máximo de repouso possível
Criança vacinada pode ainda assim ter caxumba?

É bem difícil, mas não impossível pegar caxumba mesmo tendo tomado a vacina tríplice viral (ou SRC, ou MMR).

É também raro pegar caxumba duas vezes, mas pode acontecer. Se somente um dos lados foi infectado pela doença da primeira vez, o outro pode acabar se infectando em uma segunda caxumba.

"São consideradas protegidas contra caxumba, crianças ou pessoas que tomaram duas doses da tríplice, com intervalo superior a 30 dias", explica o médico Paulo Ferreira.

Segundo ele, um surto da doença pode ocorrer em função de as pessoas "não terem recebido a vacina, não receberem o reforço, terem diminuição dos anticorpos ao longo do tempo e até haver mutação do vírus".
Dá para prevenir a caxumba?

A melhor proteção contra a caxumba é a vacinação, mesmo em adultos.

Mulheres pensando em engravidar devem tomar a vacina antes da gravidez, já que caxumba em gestantes pode provocar abortos espontâneos.

IDEIAS PARA FACILITAR O BANHO DO BEBÊCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/Dar banho no bebê é uma oper...
31/05/2016

IDEIAS PARA FACILITAR O BANHO DO BEBÊ

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Dar banho no bebê é uma operação que às vezes testa os nervos de muitos pais e mães. E há bebês que abrem o maior berreiro por causa do banho, especialmente os menorzinhos que ainda estão se acostumando à nova atividade.

Perguntamos, então, aos leitores do BabyCenter como eles solucionaram suas dificuldades na hora do banho. Confira abaixo as ideias e veja se alguma pode ajudar você:
Dar banho sem virar o bebê

A parte de virar o bebê na banheira é a mais aflitiva para muitos pais estreantes, porque envolve trocar de mão segurando o bebezinho escorregadio. A solução encontrada por alguns leitores foi simplesmente não virar o bebê.

Só de costas:
"Eu costumo banhar meu Estêvão com a barriga para baixo. Descobri que assim ele se sente mais confortável e não chora... Sem falar que para lavar o rosto também é mais fácil, pois à medida que a água é jogada na cabeça ela já escorre, não entra no olho e o bebê não chora."

Observação: Tome cuidado para não apertar a barriguinha do bebê, para não correr o risco de ele regurgitar. Procure dar um tempo de uma hora entre a ma**da e o banho, assim você não facilita que isso ocorra.

Só de frente:
"Tenho dificuldade em virar o bebê de costas para cima, tenho medo de ele colocar o rostinho na água. Por isso prefiro deitá-lo de barriga para cima e lavar o bu**um por baixo."
Estratégias com o sabonete

Nada de abrir frascos com uma mão só
"O macete de que mais gostei foi o de usar sabonete líquido numa gaze, preparada antes do banho, sendo uma para a cabeça e outra para o corpo; assim, o produto f**a à mão durante o banho, sem necessidade de "lutar" com frascos e me atrapalhar."

Menos escorregadio
"Percebi que no primeiro mês eu só precisava usar água, pois era suficiente para tirar qualquer sujeira do corpinho do bebê. Usava apenas o sabonete, quase nada, para lavar as partes íntimas. Com isso o bebê não escorregava tanto."
Redinha dentro da banheira

"Comprei uma banheira menor e uma rede de proteção, o que me ajudou muito a ter segurança. Já não uso a rede há um tempo, mas minha bebê f**ava confortável, e eu, muito segura. Assim, aprendi a curtir o momento do banho de minha filhota e ela também passou a amar cada banho."
Banho no chuveiro

Trabalho em equipe
"Desde que a minha bebê tinha 15 dias damos banho no chuveiro, ou eu ou meu marido. Fazemos assim: um entra no banho e o outro f**a de fora preparando a bebê, tirando a roupa, limpando etc. Aí leva para quem está no chuveiro. Na hora em que acaba quem está fora pega a bebê, enxuga e termina de arrumar."

Momento em família
"O problema era que ela fazia cocô na banheira. Sempre tinha que sair correndo com ela para o chuveiro. Então com 15 dias eu e meu marido resolvemos dar banho nela apenas no chuveiro. É muito mais prático e higiênico, além de ser um momento supernosso: mamãe, papai e bebê! E ela adora."

Sozinha, com ajuda de um banquinho
"Já tentei banheira, balde, bacia e pia, mas meu filho gostou mesmo foi de banho de chuveiro. Coloquei um banquinho dentro do box. Sento no banquinho e com ele apoiado nas minhas pernas vou lavando a parte da frente e as costas, depois o peito e pescoço e por último lavo a cabeça. No corpinho deixo cair água direto, na cabeça jogo a água com a mão para não cair no ouvido. Não me lavo, depois tenho que tomar meu banho outra hora. Saio com ele, o enrolo na toalha, molhada mesmo, aí o coloco em cima da cama. Só então me seco um pouco, visto um roupão e o arrumo."
Banho no balde

Muitos pais e mães optaram pelo banho no chamado ofurô infantil, bem parecido com um balde. Eles acham que o bebê se sente mais seguro e f**a mais coberto pela água, portanto sente menos frio. Leia mais informações sobre o banho de balde.

"No começo o maior problema era a falta de experiência dos pais! Com o tempo fomos nos adaptando, mas abandonamos a banheira. Banho do bebê aqui em casa é só no ofurô. Ela adora, f**a supercalma, e nós também f**amos mais tranquilos."
Não deu certo? Você é normal!

O que parece solução mágica para uma família pode não funcionar nadinha para outra. Use a criatividade, pense sempre na segurança do bebê e em caso de dúvida converse com o pediatra. Veja a seguir alguns exemplos de "fracassos":

"Falta de coragem! Só tive coragem de dar banho nele com 2 meses, antes somente meu marido dava.

"Meu maior desafio é fazer com que ela fique quieta para eu conseguir dar o banho. Dou bichinho e livro de banho para ela se distrair, mas é difícil."

"O banho no ofurô foi difícil, não consegui fazer minha filha gostar! Sempre que colocava lá, ela chorava muito. Acho que não soube usar o baldinho!"

"Só não consegui me adaptar a dar banho de chuveiro. Tenho muito medo de ele escorregar. Faço uma molhadeira danada. Ainda não achei o jeito."

Quer trocar ideias, pedir palpites, dar sua sugestão? Poste na área para comentários

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23/05/2016

Lindo macacão marinheiro em promoção!! Possui manga curta com fechamento frontal em botão de pressão, bordado em formato de âncora e gola e punho em tecido listrado oferecendo charme as peças. Tecido 100% algodão.

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BRONQUIOLITE NO BEBÊCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/Com sintomas iniciais semelhantes aos do resf...
22/05/2016

BRONQUIOLITE NO BEBÊ

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Com sintomas iniciais semelhantes aos do resfriado, a bronquiolite pode evoluir rapidamente em algumas crianças para complicações respiratórias sérias.

Entenda melhor a doença e saiba quando procurar ajuda médica imediatamente.
Meu filho está com bronquiolite. É grave?

Em bebês menores de seis meses a bronquiolite pode ser bastante perigosa e precisa de acompanhamento e tratamento o quanto antes.

A bronquiolite decorre de uma inflamação das pequenas vias aéreas dos pulmões (bronquíolos), provocada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco. Isso dificulta a passagem do ar, causando sintomas parecidos com os da asma.

Uma das causas da doença é um vírus chamado sincicial respiratório (VSR), que também pode provocar infecções de ouvido, laringite e até pneumonia.

E esse não é o único vírus que pode causar bronquiolite: o rinovírus (do resfriado comum), o adenovírus, o influenza (da gripe) e outros também provocam a doença.

Pesquisas indicam que bebês infectados por esse vírus podem f**ar mais suscetíveis à asma e a outros problemas respiratórios no futuro, mas a relação não foi completamente estabelecida.

Geralmente, a bronquiolite começa com sintomas de resfriado, e para muitas crianças o vírus acaba não tendo maior impacto do que isso.

Para outras, no entanto, sintomas mais leves, como nariz escorrendo, tosse e febre baixa, acabam se agravando e levando a dificuldades para respirar e, às vezes, chiado no peito. Muitos bebês também f**am irritados e inapetentes.
Há bebês que correm mais risco com a bronquiolite que outros?

Entre as crianças que estão mais vulneráveis a desenvolver uma insuficiência respiratória mais séria por causa do vírus da bronquiolite estão os bebês nascidos prematuros, os nascidos com problemas cardíacos ou pulmonares e aqueles com deficiências no sistema imunológico.

Nestes casos, a bronquiolite pode ser extremamente grave e deve ser tratada o quanto antes, no hospital.
O que fazer se meu filho estiver com o vírus?

Assim como os resfriados comuns, não há fórmula mágica ou única para tratar a bronquiolite, mas há medidas simples para deixar o bebê menos desconfortável:

Dê uma boa quantidade de líquidos para mantê-lo hidratado (se ele ainda mamar no peito, amamente com frequência).

Eleve a cabeceira do berço ou da cama colocando uma toalha ou cobertor dobrado entre o estrado e o colchão (não use travesseiros no berço). Ou experimente colocar o bebê para dormir na cadeirinha do carro (se tiver aquelas do tipo que são facilmente retiráveis) ou bebê conforto. A elevação da cabeça facilita a respiração quando o nariz está entupido.

Inalações com soro fisiológico podem ajudar o bebê a eliminar o catarro das vias aéreas. Peça orientações ao seu médico.

Se o pediatra recomendar, dependendo do clima de sua cidade, use um umidif**ador no quarto para umedecer as vias aéreas da criança e facilitar a respiração. Certifique-se de seguir as instruções de limpeza do fabricante, porque um aparelho sujo só vai servir para espalhar germes pelo ar.

Mantenha seu filho longe de fumaça de ci****os, tinta fresca, madeira ou lenha queimada, agentes que podem dificultar ainda mais a respiração. A exposição à fumaça de tabaco deixa a criança mais suscetível a um quadro sério de bronquiolite ou a outros vírus respiratórios.

Se o bebê tem menos de 6 meses, converse com o médico para saber se pode dar algum analgésico para diminuir o incômodo físico. Se ele já tiver mais que 6 meses, veja com seu médico qual é a dose correta do medicamento contra a dor.

Atenção: Não dê remédios para resfriado por conta própria. Eles podem até parecer ajudar no curto prazo, mas, na verdade, têm potencial para agravar a situação, além de apresentarem efeitos colaterais graves.

Especialistas alertam para que crianças menores de 2 anos nunca tomem remédios para resfriado, a menos que seja prescrito pelo médico, e os próprios laboratórios farmacêuticos dizem que é preciso cuidado especial com esse tipo de remédio para crianças de menos de 4 anos.

Como diferenciar bronquiolite de resfriado?

Os sinais para f**ar de olho são sintomas leves de resfriado que f**am mais pronunciados dias depois, como tosse e dificuldade para respirar. Se seu filho corre mais risco de ter complicações ou se você está na dúvida, o mais sensato é procurar um médico.

Esteja atenta aos seguintes sinais de problemas respiratórios e contate o pediatra imediatamente:

Narinas mais abertas e grande expansão da caixa torácica a cada respirada

Pele repuxada ou esticada demais entre as costelas, acima da clavícula ou abaixo da caixa torácica

Contração dos músculos abdominais ao respirar (este e os dois sintomas anteriores configuram o chamado desconforto respiratório. A criança precisa usar demais a musculatura para conseguir respirar)

Chiado com um som de apito ao respirar

Tosse

Falta de apetite

Lábios e unhas azulados
Há como prevenir a bronquiolite?

O vírus é transmitido através de contato físico, ou seja, circula facilmente em ambientes fechados, berçários, escritórios e até dentro de casa. Ele pode sobreviver por seis horas, então a boa higiene é fundamental para combatê-lo.

Lave suas mãos e a das crianças com frequência, e não tenha vergonha de pedir às visitas para que façam o mesmo antes de segurar o bebê.

Não tenha o hábito de compartilhar copos ou talheres com seu filho ou mesmo entre as crianças da família. Um irmão mais velho com sintomas de resfriado pode transmitir o vírus para o bebê.

Muitos médicos recomendam ainda que os bebês tomem a vacina da gripe anualmente, já a partir dos 6 meses de idade. A vacina tem sido fornecida todos os anos pelos postos de saúde para crianças pequenas.

No caso de prematuros ou bebês mais vulneráveis à doença, como crianças com problemas no coração ou doenças pulmonares, o pediatra pode receitar alguns medicamentos feitos com anticorpos sintetizados em laboratório, que protegem contra um dos vírus que causam a bronquiolite, o VSR.

Mas é um tratamento extremamente caro, feito com injeções mensais durante os cinco meses de maior incidência do vírus, e f**a reservado apenas para casos especiais.

PROMOÇÃO DO DIA!!! APROVEITE!!
21/05/2016

PROMOÇÃO DO DIA!!! APROVEITE!!

NO QUE PRESTAR A ATENÇÃO EM UM MÉDICOCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/Saber se um médico é bom ou ...
18/05/2016

NO QUE PRESTAR A ATENÇÃO EM UM MÉDICO

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Saber se um médico é bom ou ruim pode ser mais complexo do que parece. Aparências podem enganar, fama não necessariamente se traduz em competência, julgamentos rápidos podem estar equivocados, e aquilo que é bom para a sua amiga não necessariamente é bom para você.

Um médico ruim não precisa ser uma pessoa má. Talvez esteja desmotivado e sobrecarregado. O importante é que você (ou o seu filho, no caso de pediatras) tenha o cuidado médico e a atenção que qualquer pessoa merece.

Caso esteja insatisfeita com seu médico, depois de analisar os pontos abaixo, procure outro profissional, mesmo que isso signifique mudar o lugar do seu pré-natal ou voltar ao hospital na hora em que houver outro plantonista.

Veja no que prestar atenção:
Atitude e personalidade

Lembre-se, você está procurando atendimento médico, não um amigo ou amiga. Mas, em princípio, não é bom sinal quando o profissional é sempre frio, não leva a sério suas dúvidas ou nunca se lembra de você nas consultas.

Simpatizar com o profissional é sempre bom, principalmente porque se traduz em confiança. Pacientes que confiam em seus médicos tendem a seguir o tratamento corretamente.

Caso esteja procurando um pediatra, observe também como ele se comporta em relação à criança. Um bom pediatra usa pelo menos algumas técnicas para acalmar crianças pequenas. É normal o bebê reclamar do exame e chorar, mas o médico precisa lidar com ele com um mínimo de jeito e paciência.

Prefira um médico que olhe para a criança e converse com ela, em vez de ignorá-la e falar apenas com os pais.
Atenção ao que o paciente diz

Em medicina, tão importante quanto o exame físico é saber ouvir o paciente, levar a sério a descrição dos sintomas e as preocupações, mesmo que sejam exageradas ou infundadas.

Observe se o médico registra o que você diz e responde, em vez de apenas repetir orientações como se as tivesse decorado. Mesmo um profissional muito ocupado tem que ser capaz de encontrar tempo para olhar nos olhos do paciente e querer saber quais são suas dúvidas.

É um mau sinal se o médico faz você se sentir mal por ter perguntado algo.

Um médico aberto escuta o paciente quando ele diz que está com dificuldades financeiras e procura receitar o tratamento mais acessível, dentro do que seja eficiente (por outro lado, certifique-se de escolher um médico cujo custo você possa pagar a longo prazo).

O ideal é que o médico seja razoavelmente flexível, porque há muitas situações que envolvem opções (tratamento para engravidar, via de parto, tipo de alimentação, modo de ensinar o bebê a dormir etc.) e filosofias, e se o médico não for aberto às suas opiniões o que pode ocorrer é você começar a esconder coisas dele.
Acessibilidade e respeito mínimo a horários

Um dos pontos a favor de qualquer médico é a possibilidade de entrar em contato com ele em caso de emergência. É claro que em determinadas circunstâncias isso é pedir demais -- com médicos que têm centenas de pacientes (como em alguns planos de saúde) ou os da rede pública.

Mas o profissional precisa pelo menos dar a você orientações precisas de como encontrar atendimento médico em caso de necessidade urgente, por exemplo indicando um serviço de pronto-atendimento onde seu histórico médico possa ser consultado.

Bons médicos sempre deixam certos horários disponíveis para encaixes, já que, no caso de gravidez ou de crianças pequenas, não dá para prever quando o trabalho de parto vai dar sinais de começar ou quando aquele febrão vai aparecer.

Se você ligar para o obstetra para marcar sua primeira consulta de pré-natal e, mesmo explicando que acabou de conseguir o positivo, só oferecerem um horário dali a dois meses, pode procurar outro.

Um médico que atende emergências sempre corre o risco de atrasar o horário das consultas, mas há diferença entre um pequeno atraso e a falta de respeito ao seu tempo. Se nem o médico nem os funcionários demonstram estar preocupados com o fato de você ter f**ado duas horas na sala de espera, é mau sinal.

Truques usados por mães são marcar consulta sempre no primeiro horário do dia, telefonar antes de sair de casa para ver como está a agenda (e o atraso) do médico, ou aproveitar a espera para trabalhar ou fazer alguma compra bem próximo ao consultório.

Há pessoas e empresas que simplesmente não conseguem administrar e respeitar horários, e se você se vincular a um profissional assim, ainda mais envolvendo sua saúde e a de sua família, estará comprando anos de dor de cabeça.
Recomendação de conhecidos

A fama de um bom médico tende a se espalhar rápido. Todo mundo gosta de fazer propaganda daquele profissional maravilhoso. Não se intimide: peça recomendações de médico para todo mundo que você conhece. Leve em conta também o tipo de pessoa que faz a recomendação: quanto mais parecida com você ela for, maiores as chances de você também gostar do profissional.

Leve em consideração também a situação financeira de quem está fazendo a indicação. Quanto mais parecida com a sua, maior a chance de o médico ser compatível com suas possibilidades.

Uma ótima maneira de obter recomendações é através de outros médicos. Peça ao obstetra de que você gosta recomendação de pediatra, por exemplo, ou àquela enfermeira que atendeu você tão bem no hospital. Bons profissionais tendem a trabalhar juntos.

Existem sites e grupos na Internet onde você pode obter recomendações de pessoas sobre profissionais de saúde, mas elas não serão tão certeiras quanto as recomendações de quem você conhece bem, na vida real.

Cuidado na hora de levar em conta más recomendações, principalmente na Internet. Nem todas são confiáveis, e às vezes a impressão negativa foi algo pessoal, ou houve um desencontro de expectativas.
Qualidade das orientações e poder de comunicação

Você entendeu tudo o que o médico disse? Ele se adiantou às dúvidas que você tinha? Deu explicações e mostrou quais eram suas opções de tratamento? O médico precisa ter conhecimento, mas não é só isso. Ele precisa também ser capaz de transmitir esse conhecimento de maneira clara.

Avalie também se o médico parece estar atualizado. Se ele nunca ouviu falar daquele exame que sua amiga fez (e nem procurou se informar), ou se ele vive errando o nome ou a dose do remédio, fique alerta. Erros simples mas frequentes podem signif**ar que haja erros em avaliações mais importantes também.
Quantidade de pedido de exames

Desconfie de médicos que pedem exames laboratoriais em todas as consultas e que quase nunca examinam o paciente, apenas os laudos do laboratório. O diagnóstico e o acompanhamento médico de qualidade dependem de três fatores: o que o paciente diz, o exame clínico e os resultados de exames. Uma coisa não substitui a outra.

Um médico que não dá nenhuma hipótese ou explicação antes de ver o resultado de um exame e que não "põe a mão" no paciente pode ser um profissional inseguro, que não confia muito em seu próprio diagnóstico.

Caso tenha dúvidas sobre algum procedimento indicado pelo médico, busque uma segunda opinião. Se o médico original reclamar, considere isso um mau sinal. Segundas opiniões são algo frequente e aceito na medicina.

Outra medida que você pode tomar é verif**ar se o médico está com o registro ativo no site do Conselho Federal de Medicina. Médicos podem ter o registro suspenso em caso de condenação ou irregularidade. O CFM, porém, não divulga o nome de médicos que estejam sendo investigados, nem o número de denúncias.
Preço, localização e facilidade de acesso

Pode ser o melhor médico do mundo, mas, se você for demorar três horas cada vez que for a uma consulta, não será uma boa opção. Quando você escolhe um médico obstetra, pediatra ou para acompanhar um tratamento para engravidar, precisa pensar que vai ter de ir ao consultório dezenas de vezes.

Leve em consideração principalmente o preço e a facilidade de acesso. Tratamentos para engravidar exigem visitas frequentes, às vezes em dias seguidos, para monitorar a ovulação, por exemplo. Para acompanhar a gravidez ou o primeiro ano do bebê, são mais de dez consultas. Faça seus cálculos.

Imagine como vai fazer se precisar ir correndo ao médico, em caso de emergência. Vale a pena se informar também sobre em que hospital o médico escolhido atende, para saber onde ele poderá fazer o parto, por exemplo.

E, no caso do obstetra, pergunte logo de cara, se ele pertencer ao seu plano de saúde, se cobra taxa a mais para fazer o parto e quanto, porque isso vai influenciar na sua decisão.

Por fim, acredite nos seus instintos. Você não precisa encontrar o médico "perfeito", mas, se for desconfiar de cada procedimento ou orientação, pode acabar tendo sua saúde prejudicada. Caso esteja insatisfeita com o médico, procure alternativas.

COMO, QUANDO E PORQUE CRIAR UMA ROTINA PARA O BEBÊCurta: https://www.facebook.com/bilubiluroupasinfantis/As necessidades...
11/05/2016

COMO, QUANDO E PORQUE CRIAR UMA ROTINA PARA O BEBÊ

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As necessidades de um bebê não são nada complicadas, e poderiam ser resumidas em alimentação, sono, carinho e brincadeiras. Só que às vezes f**a difícil saber de que exatamente seu filho precisa, em que momento e em que quantidade. Sem falar que você precisa equilibrar as necessidades do bebê com as suas próprias e as do resto da família.

Para muitos pais, organizar o dia numa rotina diária facilita muito a vida com o bebê. É como criar um manual de instruções personalizado para o cuidado do bebê. A vantagem é que você terá um padrão previsível de atividades e horários, e seu bebê saberá o que esperar ao longo do dia. Por exemplo: depois da soneca da manhã vem a ma**da, depois um pouco de brincadeira e um passeio.

Os pediatras garantem que os bebês gostam de saber que certas coisas acontecerão em determinados horários. Um bebê descansado e sem fome é uma criança muito mais contente. Além disso, dizem os especialistas, um bebê mais satisfeito está no seu melhor estado mental e físico, pronto para aprender e explorar o mundo ao seu redor.

Tem ainda outra vantagem: quando você precisar deixar seu bebê com a babá, avó ou cuidadora, a transição será muito mais fácil. A manutenção da rotina que ele já conhece deixará seu bebê mais tranquilo, e a pessoa que estiver cuidando dele poderá prever melhor os horários de fome, sono ou vontade de brincar e passear.
Preciso mesmo criar uma rotina?

Não existe nenhuma obrigatoriedade de criar uma rotina para o bebê. Tudo vai depender do seu temperamento, do modo como sua casa funciona e da sua personalidade como mãe (ou pai).

Mas é muito provável que, mesmo sem querer, você acabe se vendo mais ou menos seguindo uma rotina depois de algum tempo com o bebê. Afinal, mesmo para as pessoas mais livres de espírito e menos metódicas do mundo, é difícil escapar da repetição e da sequência de algumas atividades, como café da manhã, almoço, jantar e hora de dormir.

Neste texto oferecemos algumas opções de rotina, mas elas servem apenas de exemplo. No final, a decisão sobre como cuidar do seu bebê é sua, e apenas sua.
Quando posso começar com a rotina?

As opiniões dos especialistas sobre quando, como e até sobre a necessidade ou não de se estabelecer ou não uma rotina para o bebê variam. Muitos pediatras, porém, pensam que os bebês estão prontos para começar a entrar em uma rotina mais geral entre os 2 e os 4 meses de idade.

Os padrões de sono da maioria dos bebês começam a se firmar a partir dos 3 ou 4 meses, e é então que você pode aproveitar a oportunidade e ajudar o seu bebê a ter um horário mais definido.

Há crianças que, por natureza, mostram padrões previsíveis muito antes disso, às vezes já no primeiro mês de vida. Nesse caso você já pode começar delicadamente a incentivar seu bebê a ir entrando em uma rotina.

Comece a prestar atenção aos horários em que seu bebê come, dorme e f**a mais acordado. Assim você irá entendendo melhor seus ritmos naturais e terá uma ideia dos padrões que começam a se desenvolver. Logo nos primeiros dias após o parto, muitos pais já começam a perceber que o bebê tem horários para comer, fazer cocô e xixi, dormir, e assim por diante.

Você pode guardar os horários na cabeça ou, se achar mais fácil, anotá-los em um caderno, no computador ou em aplicativos especiais para isso.

Alguns especialistas, como a autora britânica Gina Ford, que escreveu "O Livro do Bebê Feliz" (disponível em português de Portugal pela editora Bertrand), sugere iniciar uma rotina com horários específicos a partir da primeira semana de vida do bebê. E Tracy Hogg, a "encantadora de bebês", defende uma rotina definida pelo bebê, que os pais podem iniciar logo após o nascimento.

O mais importante, independentemente de sua escolha, é dar prioridade ao bem-estar do bebê. Isso signif**a seguir os conselhos do pediatra, além de sua intuição e bom senso, na hora de determinar o que o seu bebê precisa e quando, não interessa o que está escrito na rotina, no livro ou no site.

É essencial, por exemplo, que o recém-nascido receba leite materno (ou fórmula láctea, se é o que ele toma) em quantidade suficiente, para evitar que ele deixe de ganhar peso ou tenha uma desidratação. Quando você achar que seu bebê está precisando mamar ou dormir, nunca adie só com base na explicação de que "ainda não está na hora".

Os pais precisam seguir seus instintos com relação ao que a criança está tentando comunicar, dizem os especialistas. Por exemplo, se o bebê mamou há uma ou duas horas e já está fazendo aquele choro característico de quando tem fome, fazendo biquinho e procurando com a boca, você deve alimentá-lo.

E se "está na hora" de dormir, mas seu bebê está mais choroso do que o normal e precisa de um colinho prolongado antes de deitar, você deve acalmá-lo. Nenhum horário ou rotina deve desbancar as necessidades do bebê.
Quais são as opções de rotina?

Há vários métodos para criar uma rotina para o bebê. Para facilitar a escolha, apresentamos alguns deles aqui, classif**ados conforme os três estilos principais de rotina: dirigida pelos pais, dirigida pelo bebê e mista.
Rotinas dirigidas pelos pais

As rotinas dirigidas pelos pais são as mais rígidas. Algumas chegam a especif**ar exatamente quando (e até quanto) o bebê deve comer, dormir, brincar, passear e assim por diante. Os horários podem ser determinados por você, com base nos ritmos naturais do bebê, ou obedecer a uma rotina sugerida por um especialista; porém, uma vez estabelecidos, são seguidos à risca -- inclusive em termos de minutos -- diariamente.

Entre os defensores mais conhecidos deste método estão a autora britânica Gina Ford e o especialista Gary Ezzo, um dos autores do livro "Nana, Nenê: Como cuidar de seu bebê para que ele durma a noite toda de uma forma natural" (ed. Mundo Cristão), além da dupla Eduard Estivill e Sylvia de Bejar, autores de um outro "Nana Nenê" (WMF Martins Fontes).

Um dos métodos recomendados por eles é o controverso "deixar chorar" para ensinar a adormecer sozinho.

Rotinas dirigidas pelo bebê

As rotinas guiadas pelo bebê são as menos definidas. Você segue, literalmente, os sinais do bebê. Ou seja, procura nele indicações do que precisa em vez de impor horários para comer, dormir ou brincar. Isso não signif**a que seus dias vão se tornar completamente imprevisíveis, já que depois da primeira semana de vida, a maioria dos recém-nascidos começa a entrar naturalmente em um ritmo regular de sono, brincadeira e alimentação.

Mas os horários podem variar de um dia para o outro, porque com esse método você vai responder aos sinais que observa no bebê. Entre os que apoiam as rotinas dirigidas pelo bebê estão os gurus da teoria do apego na criação de bebês (em inglês "attachment parenting"), como os médicos e autores norte-americanos conhecidos como Dr. Sears e Dr. Spock.

Rotinas mistas

As rotinas mistas reúnem elementos das rotinas dirigidas pelos pais e das dirigidas pelo bebê. Nesta alternativa você cria um horário para que o bebê coma, durma e brinque, e segue uma rotina semelhante todos os dias, só que com mais flexibilidade.

A soneca pode ser adiada, por exemplo, se o bebê ainda não parece estar cansado, e o almoço pode esperar se a ida ao supermercado demora mais do que o previsto. Especialistas que apoiam esse estilo incluem a "supernanny" original, Jo Frost, a "supernanny" brasileira Cris Poli, a "encantadora de bebês", Tracy Hogg, e Harvey Karp, autor de "O Bebê Mais Feliz do Pedaço".

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