03/03/2022
Hoje é domingo, dia do Senhor. Dia de se reunir nas igrejas, é dia de se dedicar à adoração, à oração, à palavra, à pregação, enfim, é dia de se retirar da normalidade de nossa rotina e dedicar nosso tempo ao Senhor. Não quero e nem tenho por objetivo falar acerca da questão de guardar o domingo ou guardar algum dia da semana, meu ponto aqui não é esse. Meu objetivo aqui é chamar você a uma reflexão pessoal de como o domingo tem sido o seu dia de idolatria.
Talvez você tenha logo pensado assim: “Esse cara está ficando louco! Eu não sou um idólatra, eu não adoro imagens, eu não adoro a nenhum santo, eu só adoro a Jesus”. Porém a idolatria vai além do que meramente estar diante de uma imagem de escultura e cultuá-la. Idolatria é colocar qualquer coisa à frente de Jesus. É qualquer coisa que tome o lugar de Deus em seu coração. E por que então eu digo que o domingo é dia de idolatria, quando a maioria dos cristãos estão colocando Jesus em primeiro lugar nesse dia? Minha resposta é: O domingo é o dia da maior manifestação de idolatria, porque a maioria (não todos) os que se dizem cristãos só colocam Jesus em primeiro lugar nesse dia da semana. Passam a semana toda afastados de Jesus, não ouvem sua voz por meio da Palavra, não falam com ele por meio de oração, não se dedicam à mortificação da carne por meio de jejuns, não o adoram em suas decisões, não consideram sua vontade ao fechar um negócio, não se lembram dele ao ganharem benefícios, não se lembram dele e de suas ordenanças em suas ações, não vivem segundo sua vontade durante a semana toda de segunda a sábado (ás 23:59), mas, no domingo, Jesus volta para suas vidas, para sua adoração, para o louvor, você para a fim de ouvir sua voz (desde que a pregação não ultrapasse os 35 minutos), a fim de orar e etc.
[continue lendo no blog, linha na Bio…]