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05/08/2026

E aí?! Quantas vezes você já assistiu no streaming? 🤣😍 Conta aqui!
Preparados para mais cenas? Roupas? Caras e bocas?!

28/07/2026

Todo mundo pronto pea apertar o play?!
This is the moment. On July 29, stream The Devil Wears Prada 2 on Disney+ and Hulu.

09/07/2026

Confesso que essa foi uma das cenas mais melancólicas do filme pra mim. Não por causa da Emily, mas porque, naquele instante, percebi que o mundo de 2006 realmente ficou para trás.

Durante anos, trabalhar ao lado de Miranda significava estar no lugar onde a moda era decidida. As revistas ditavam tendências. Os editoriais lançavam estilistas. As capas mudavam carreiras. Era um tempo em que a informação tinha endereço.

Agora, Emily está em outro lugar. Não perdeu relevância. Mudou de palco. Sai da redação para o varejo de luxo. Da construção dos editoriais para a experiência das marcas. E isso diz muito menos sobre ela do que sobre o próprio mercado.

É impossível assistir a essa cena sem perceber que a moda também amadureceu. Ou talvez apenas tenha encontrado novas formas de existir. Ainda assim, confesso sentir uma ponta de nostalgia. Há algo de mágico naquele universo das grandes revistas.

Na expectativa da próxima edição. Na fotografia pensada como obra de arte. No poder de uma capa. No silêncio elegante de quem construía tendências antes que elas chegassem às ruas. Hoje tudo é mais rápido. Mais democrático e imediato. Mas talvez tenha perdido um pouco daquele encantamento.

Na Psicologia da Imagem, existe uma ideia que gosto muito: as imagens mudam quando a cultura muda.
A Emily não deixou de ser competente. O cenário é que deixou de ser o mesmo. E pra mim esta é a grande mensagem de O Diabo Veste Prada 2. Não estamos assistindo apenas ao reencontro de personagens.

Estamos assistindo à transformação de uma indústria inteira. E, no fundo, todos nós sentimos um pouco dessa mudança. Porque não foi apenas a moda que mudou. Foi a maneira como o mundo passou a enxergá-la. Emily não perdeu glamour, ela testemunhou a migração do poder da revista para as marcas e para o digital.

E Anna Wintour acumulou mais títulos do que a rainha de Inglaterra e resistiu a quase tantas polémicas. Nomeada editora-...
08/07/2026

E Anna Wintour acumulou mais títulos do que a rainha de Inglaterra e resistiu a quase tantas polémicas. Nomeada editora-chefe em 1988, ascendeu e tornou-se diretora artística, diretora editorial global e diretora executiva de conteúdos globais da empresa-mãe, a Condé Nast, e recebeu o honorífico de Dame em 2017.

No caprichoso mundo da moda, onde as fortunas aumentam e diminuem como a altura das bainhas, as capacidades de sobrevivência de Anna Wintour são lendárias. Como conseguiu ela permanecer tanto tempo no topo? Para começar, ela é dedicada e boa no seu trabalho. Ninguém permanece tanto tempo no topo sem o ser.

Em segundo lugar, está rodeada por uma equipa fiel, construída ao longo de várias décadas, e o conselho executivo da Condé Nast apoia-a sempre. E em terceiro lugar, sendo este o ponto mais pertinente, ela sabe adaptar-se: ou pelo menos, fingir que se adapta, posicionando-se no lado certo da história.

Vem saber mais nos stories e destaque!

01/07/2026

The after-party!!!! Sim!!! Não imagino menos nessa cena para o sucesso que foi este filme em todos os sentidos. Algo que estava há 20 anos, voltou com tudo. Na minha visão, o que aconteceu com O Diabo Veste Prada 2 foi algo raro: antes mesmo da estreia, ele já havia se tornado um acontecimento cultural.

Cada foto de bastidor virava notícia. Cada figurino rendia análises. As filmagens em Nova York atraíam multidões. As marcas aproveitaram o momento. A internet criou teorias. O público voltou a rever o primeiro filme. Ou seja, a campanha extrapolou o cinema. Sou suspeita pra falar porque sou sa Comunicação. Então... uma tacada de mestre.

Existe um trabalho de construção de marca, narrativa e expectativa que poucas produções conseguem sustentar por tanto tempo. Na Psicologia da Imagem, costumamos dizer que uma imagem forte não comunica apenas o presente. Ela desperta memória, emoção e pertencimento.

Foi exatamente isso que aconteceu. O público não estava esperando apenas uma continuação. Estava esperando reencontrar personagens que marcaram uma geração. E este é o maior acerto dessa estratégia. Eles não venderam um filme. Reativaram um imaginário coletivo. E o apê será que era da Emily, Nigel ou Andy?! Miranda não é mesmo. kkkk

E hoje celebramos o 20° Aniversário da estreia do filme. É curioso como algumas histórias ganham o mundo e, com o tempo,...
01/07/2026

E hoje celebramos o 20° Aniversário da estreia do filme. É curioso como algumas histórias ganham o mundo e, com o tempo, a gente esquece de perguntar onde tudo começou. Antes de Miranda Priestly existir nas telas, antes de Meryl Streep transformar uma personagem em um ícone da cultura pop, existiu uma jornalista observando, silenciosamente, um universo que poucos conheciam por dentro.

Lauren Weisberger não escreveu apenas sobre moda. Escreveu sobre pessoas. Sobre corredores onde uma roupa dizia mais do que um discurso. Sobre olhares que aprovavam ou descartavam antes mesmo do primeiro "bom dia". Sobre a estranha sensação de tentar encontrar a própria identidade em um ambiente onde tudo parecia já ter sido definido por alguém.

E é por isso que O Diabo Veste Prada nunca envelheceu. Na sua releirura, seguiu o curso natural da vida real. Porque o livro nunca foi apenas um romance ambientado na moda. Era um retrato das relações humanas. Do fascínio pelo poder, da busca por pertencimento e da eterna pergunta que todos fazemos em algum momento da vida: "Até onde eu mudo para ocupar um lugar?"

O cinema fez o resto. Deu rosto, voz e silêncio à Miranda. Transformou Andy em uma personagem com quem milhões de pessoas se reconheceram. Mas a essência já estava ali, nas páginas de um livro escrito por alguém que viveu aquele universo de perto e teve a sensibilidade de enxergar que, por trás das grifes, existiam histórias profundamente humanas.

Talvez esse seja o segredo de um clássico. Ele nunca fala apenas sobre o tema que escolheu. Fala sobre nós. Vinte anos depois, continuamos discutindo O Diabo Veste Prada porque, no fundo, ainda nos reconhecemos em seus personagens. Mudaram as plataformas, os algoritmos, a velocidade da informação e até a forma de consumir moda. O que permanece é a inquietação de descobrir quem somos quando o mundo insiste em nos dizer quem deveríamos ser.

E pensar que tudo isso começou com alguém que simplesmente soube olhar. É aqui que encontramos a maior elegância da literatura: transformar a vida em uma história que continua fazendo sentido, mesmo depois de duas décadas.

30/06/2026

E vamos seguir nas publicações porque estamos na véspera da comemoração de 20 anos de Diabo Veste Prada! Uhuuuu! E esta cena é única porque a ordem das coisas muda aqui para todos.

Andy tá com aquela carinha desconfiada porque a Miranda dá um leve sorriso, uma olhada diferente. E o olhar dela está mudado mesmo. Ela própria parece não saber muito bem o que fazer com isso. É como se dissesse, em silêncio: "Espera... que que ela quer e o que está acontecendo?".

Muita gente chama essa cena de "pretty privilege". Eu prefiro enxergá-la por outro caminho. Na Psicologia da Imagem, não é apenas a aparência que mudou. Mudou a forma como Andy decidiu se apresentar ao mundo. Sua imagem passou a comunicar que ela compreendia aquele ambiente. Que respeitava seus códigos e que desejava fazer parte dele.

E isso altera a percepção das pessoas. Não porque roupas definam competência. Mas porque toda imagem antecede uma conversa. Antes mesmo de falarmos, alguém já começou a construir uma impressão sobre nós.

Andy continua inteligente, jornalista e a mesma mulher. O que muda é que agora sua imagem passa a conversar com a posição que ela decidiu ocupar.
E com certeza é o que a assuste. Ela percebe que imagem não é superficial. Imagem é linguagem. É posicionamento.

É uma escolha que influencia a maneira como o mundo nos recebe e é por isso que essa cena continue provocando tantas discussões porque ela nos faz perguntar: quantas oportunidades deixamos de viver não por falta de capacidade, mas porque nossa imagem ainda não comunica quem já nos tornamos?

👠✨

26/06/2026

Ainda sobre a sequência de Anna Wintour x Chloe Malle, fato é que uma era terminou. E não é jamais sobre "enterrar" Anna. Ou sobre Chloe ser igual a Anna. Mas, espera-se que seja alguém à altura em relação à imagem sim que durante 37 anos esteve ali representando, sentindo e definindo a moda nas tendências. Já Chloe segue Andy, a jornalista. Vivendo e sentindo a moda de outra forma.

Não é sobre certo e errado. É sobre o que foi plantado, semeado e colhido ali nos 37 anos. Sabemos que o mundo não é o mesmo, e não seria diferente na moda. Mas, de fato, a moda é um dos lugares que podemos viver a criatividade de uma forma única e diferente. No entanto, Chloe continua, no lugar do "estilo jornalista", que é assunto para outro post.

E nós esperávamos alguém que comunicasse o peso simbólico daquele cargo porque vemos como um legado. É sobre o que foi construído, cultivado e simbolizado durante quase quatro décadas. E é por isso que a chegada de Chloe provocou tanto debate.

Na Psicologia da Imagem existe um conceito importante: nós não reagimos apenas às pessoas. Reagimos ao significado que atribuímos a elas. Anna deixou de ser apenas uma editora. Tornou-se um símbolo de autoridade, sofisticação e poder dentro da moda.

Quando alguém ocupa esse lugar trazendo uma imagem completamente diferente, nosso cérebro percebe uma quebra de continuidade. Foi exatamente isso que aconteceu. Curiosamente, muitos comentários compararam Chloe à Andy do primeiro filme, antes da transformação promovida pela Runway.porque, no imaginário coletivo, ainda esperamos que quem ocupa determinados cargos "vista" também o peso simbólico que eles carregam.

Isso não significa que Chloe precise ser uma nova Anna. Nem que exista apenas uma forma de comunicar liderança. Mas mostra como a imagem nunca é apenas estética. Ela também é expectativa. E, muitas vezes, é justamente a distância entre aquilo que esperamos e aquilo que encontramos que explica por que uma única fotografia é capaz de gerar tantas discussões.

24/06/2026

Se eu não consegui evitar a comparação, a internet também não. Bastou surgir a nova liderança da Vogue para os comentários começarem:"Ela parece a Andy", "Não tem nada da Anna.", "É a Andy do começo do filme", "É nepo baby"...É... Chloé Malle é filha da atriz Candice Bergen e do diretor Louis Malle, mas tem uma longa trajetória na Vogue, e bem Andy, passou pelo jornalismo de verdade antes da revista

Gente, mas sério... é muito a Andy. E com aquele sapato do olhar Miranda "and Emily...", sei que você já imaginou a cena aí. E, de repente, a realidade parecia ter invadido o roteiro de O Diabo Veste Prada.

Até pelo segundo filme: é o fim de uma era. O mais curioso é que as discussões foram muito menos sobre competência e muito mais sobre imagem. Mas bem óbvio porque é sobre uma imagem consolidada há anos.

Então, é sobre a roupa, a postura e a presença. Sobre aquilo que esperamos ver quando alguém assume um lugar de poder (e depois de Anna). Será sempre assim, gostemos ou não, as pessoas criam narrativas antes mesmo de conhecer uma história inteira. Anna Wintour passou décadas construindo uma imagem tão forte que hoje ela funciona como uma referência visual.

E toda sucessora inevitavelmente será comparada a ela. Não apenas pelas decisões, mas pelos símbolos, pelo estilo e forma de ocupar espaço. É curioso perceber como o cinema entendeu isso há quase vinte anos. Andy não parecia pertencer. Emily parecia ter nascido para estar ali e Miranda era o próprio ambiente.

Agora a vida real parece repetir a pergunta: quem estaria pronta para ocupar a cadeira? E pode ser que a resposta seja a mesma do filme. Nem sempre quem parece pronta é quem será. Nem sempre quem chega diferente permanecerá diferente. Porque identidade não nasce pronta. Ela é construída.

E, se tem uma coisa que aprendemos com Miranda, é que imagem não é fantasia. É consistência ao longo do tempo. Mas confesso... quando vi os comentários, também pensei: será que a Andy finalmente conseguiu o emprego? 🤣👠

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