20/10/2020
Aprender exige paciência e humildade.
Há muito tempo eu sonhava desenvolver o meu tricô. Mas a paciência (que eu não tinha) me fazia acreditar que eu jamais seria capaz de fazer um amigurumi com essa técnica.
Um dia eu vi no instagram da .le um sapo e fiquei apaixonada. Depois de gastar todas as minhas desculpas, nessa quarentena eu resolvi me aventurar e entrei para o Clube das Criaturas Fantásticas (se você não sabe do que eu tô falando, vai lá no perfil da Lê!) e comecei a exercitar minha humildade. Não é porque eu domino fazer amigurumis em crochê que eu tinha que tecer facilmente um amigurumi em tricô.
Coloquei meu pseudo-perfeccionismo (também conhecido como vaidade) no bolso e decidi que isso não ia mais me atrapalhar no processo de aprendizagem.
Livre (mais ou menos, porque a vaidade f**a sempre ali, cutucando a gente), segui tentando. Teci uma vez, e de novo, e de novo... ferrei as mãos (tendinite), voltei atrás e teci mais devagar, apertei menos os pontos... deixei de lado meu ideal de fio de algodão que tenho para o crochê e sigo tentando.
Este lobo-guará lindo da foto é o Jorge, que teci aos poucos, no meio do caos de mudar de casa, pandemia e todo o vendaval interno. Usei nele o fio hobby, um fio acrílico delicioso para tecer. E ele ficou lindo. Um espetáculo! Muito muito bom mesmo, tanto que eu quase nem acredito que fui eu que teci.
Claro que o Gael já confiscou pra ele (e eu aproveito enquanto o filhote ainda curte os amigurumis) e dormiram abraçadinhos!
{Final feliz!}
---------------------------------------------------
Jorge é uma Criatura do Clube das Criaturas Fantásticas da .le e você pode apoiar e aprender a tricotar amigurumis também.
Se quiser um Jorge, mas não quiser tricotar, me chama!