04/04/2014
MANIFESTO ABERTO
Não sou a favor da pena de morte, sou a favor do livre arbítrio.
A vida é cheia de escolhas, ora fazemos escolhas certas ora não, as escolhas erradas muitas vezes acontecem quando queremos acertar, mas as coisas nem sempre saem conforme planejado. Nessas horas temos mais uma vez que escolher, ficar lamentando ou ir à luta.
Isso para pessoas “normais”, agora se a pessoa escolhe o caminho do mal como o “normal”, aí me desculpem o “povo” dos “direitos humanos”, a morte é pouco!
Esta semana um jovem de 33 anos anunciou a venda de um carro pela internet e ao mostrar o veículo foi sequestrado, hoje 3 dias depois ainda não temos notícias dele.
Cadê o “povo” dos direitos humanos?
Ah, mas ele faz parte “dazelite” afinal estava vendendo um carro de 34 mil!! O bandido que fez isso não teve escolha, talvez, veio de uma família humilde, muitos filhos, talvez esta foi a única escolha possível!
MENTIRA!!!!!
Sou filha de uma mulher que ficou viúva aos 38 anos em 1974. Na época ouviu de um cunhado “ih, filhos de viúva, o rapaz só pode ser bandido e a menina prostituta”.
Não, muito obrigada, eu fiz as minhas escolhas, meu irmão fez as dele, e em nenhum dos casos o “prognóstico” das nossas vidas se concretizou.
Participei de um projeto de aprendizado dentro da empresa, onde constatamos ao longo dos anos que o jovem que ali chegava, já vinha com a sua escolha feita entre sucesso (conclusão do curso) ou fracasso. Não adiantava dar uma segunda chance, o jovem caia pelo mesmo problema, a escolha era dele.
Cito um exemplo do bem, um deles me contou que levava 3 horas para chegar à empresa, vou repetir 3 HORAS, ou seja, ¼ do dia dele era dentro de um ônibus, ele poderia ter escolhido ficar assistindo sessão da tarde e dizer: “eu não tenho escolha, afinal moro muito longe, é ridículo viver assim, ninguém merece!!” OU concluir o projeto com dignidade, sabendo que fez a escolha certa. Isso já faz alguns anos, hoje sei que ele é um excelente profissional na área que ele escolheu.
É importante ressaltar, que o caminho do bem trás opções do bem, e o caminho do mal, opções do mal, mas quem escolhe o seu caminho é a pessoa, não tem mágica.
Estou cansada de gente que passa a mão na cabeça de bandido que se esconde por trás de “uma vida sem opções”. Isso é conversa de político, que faz desta situação palanque para ganhar eleição. Meu finado avô dizia “não dê o peixe, ensine a pescar”, hoje o que mais vemos é o estado dando o peixe, assim os beneficiados ficam presos nesta relação nojenta.
É muito mais rentável a longo prazo dar 50 conto para um “bando de gente” do que dar uma escola descente que ajude as pessoas a fazerem as escolhas certas na vida.
Sigo triste com esta espera, tenho esperança no amanhã, hoje não, hoje só lamentação.
Bandido bom é bandido preso!