Brechó do Bebê

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28/03/2017

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09/06/2016

Olha que fofura!

Olha aí uma de nossas amiguinhas da página Maria Clara Nessa foto ela tinha 2 aninhos!
05/06/2016

Olha aí uma de nossas amiguinhas da página Maria Clara Nessa foto ela tinha 2 aninhos!

19/05/2016

Como dar novos alimentos ao bebê.

Os pediatras costumam sugerir que as frutas, em forma de suco e papinhas, sejam a primeira novidade na dieta do bebê, a partir dos seis meses de idade (até quando deve durar a amamentação exclusiva).

Na parte da manhã, depois da primeira ma**da do dia, você pode oferecer uma dose bem pequena de suco (por volta de 30 ml) com uma colherinha de plástico ou silicone (caso seu filho já tome mamadeiras, você pode usar uma para o suco também, mas nesse caso é preciso coá-lo. Bebês que mamam no peito às vezes rejeitam o bico da mamadeira e se dão melhor com a colher ou o copo mesmo).

Não acrescente açúcar ou água e prefira frutas naturalmente mais doces e menos ácidas (como a laranja lima).

De início, pode ser que ele não aprecie muito o gosto, mas vale a pena insistir para, aos poucos, ir educando o paladar da criança. Pode demorar até dez tentativas para ela aceitar a novidade. É importante lembrar também de introduzir um alimento por vez e aguardar alguns dias para oferecer outro ou misturar. Algumas boas opções para acrescentar ao suco de laranja são acerola e mamão papaia.

Para um lanchinho da tarde, experimente raspar ou amassar banana (prata, maçã ou nanica), pêra ou maçã (crua ou cozida) e também dar com uma colher pequena, aumentando a quantidade à medida que o bebê demonstrar mais interesse.
Como saber se a criança está satisfeita?

O apetite do bebê vai mudar a cada refeição, por isso é melhor prestar atenção aos sinais que ele dá. Quando a criança se recusa a abrir a boca para a próxima colher, vira o rosto ou começa a brincar com a comida, é porque provavelmente está satisfeita.

Não se preocupe demais achando que o bebê não come bem por causa de uma única refeição ou dia. O importante é observar a qualidade e a quantidade dos alimentos ingeridos ao longo de uma semana.
Qual a melhor forma de introduzir alimentos na dieta do bebê?

Cada alimento precisa ser introduzido aos poucos -- e de preferência um por vez. O bebê precisa de tempo para se acostumar aos novos gostos e à consistência dos alimentos.

Além disso, a introdução gradual de diferentes alimentos possibilita que você identifique os sinais de uma possível reação alérgica, como a presença de diarreia, dores de barriga ou manifestações cutâneas. Experimente um alimento novo a cada dois ou três dias, começando com frutas e depois introduzindo também legumes e verduras, que são mais fáceis de digerir do que as carnes.

Depois do passo inicial da nova dieta com as frutas, você pode tentar introduzir uma sopa “salgada” (na verdade feita com legumes, tubérculos e verduras, mas com muito pouco sal) na hora do almoço. Quando perceber que seu filho já está comendo bem a sopa do almoço, dê uma também na hora do jantar.

Caso o bebê demonstre não ter gostado da experiência, tente oferecer o mesmo alimento alguns dias depois. Pode ser que a reação seja a mesma, mas não desista, porque muitas vezes as crianças acabam se acostumando aos novos sabores.

Saiba que:

Não se deve dar mel às crianças até 1 ano de idade devido a um pequeno risco de botulismo infantil (mesmo depois dessa idade, quando for dar mel, certifique-se da procedência e de que tenha um selo de fiscalização do Ministério da Agricultura; evite produtos caseiros).

Alguns pediatras recomendam o uso de vitaminas e ferro nessa fase, dependendo da dieta do bebê. Principalmente nas regiões Sul e Sudeste, os médicos preferem receitar vitamina A e D para as crianças, porque a exposição ao sol é menor. A administração de ferro é determinada caso a caso, mas em alguns casos é mais comum, como quando se trata de prematuros.
Os alimentos sólidos vão mudar o aspecto das fezes do bebê?

Sim, o cocô tende a mudar de cor e, prepare-se, de odor. Isso é normal. Converse com seu pediatra caso elas estejam duras demais e causando dor para sair.

16/05/2016
16/05/2016

Gripe H1N1 em Bebês e Crianças.

Qual a diferença entre a gripe H1N1 e a gripe comum?

Tanto a gripe comum como a gripe H1N1, que ficou conhecida como gripe suína, são transmitidas pelo vírus influenza. Existem vários subtipos desse vírus, que podem afetar tanto os seres humanos como os animais.

Em princípio, a gripe H1N1 não é muito mais grave do que a gripe comum. O receio dos infectologistas são as complicações que o vírus causou em pessoas jovens e em grávidas.

Tem algum jeito de evitar a gripe suína?

Sim, existe vacina contra a gripe H1N1. Em 2015, por exemplo, o Ministério da Saúde disponibilizou a vacina gratuitamente nos postos de saúde, junto com a vacina da gripe comum, para crianças entre 6 meses e 5 anos, além de grávidas, mães que deram à luz há até 45 dias, idosos e profissionais de saúde.

Quando tomam a vacina contra a gripe pela primeira vez, as crianças precisam de duas doses, com 30 dias de intervalo. Se seu filho já tomou a vacina contra a gripe alguma vez, precisará apenas de uma dose.

Para outras idades que não de 6 meses a 5 anos, a vacina está disponível em clínicas particulares, mediante pagamento.

Para crianças menores de 6 meses, que não podem tomar a vacina, a melhor proteção é vacinar os adultos e crianças da casa (especialmente a mãe, se estiver amamentando, já que os anticorpos passam para o bebê).

Além da imunização, medidas simples de higiene podem ajudar a evitar a gripe H1N1 e a gripe comum, ou pelo menos sua disseminação.

São elas:

Vírus e bactérias podem sobreviver por duas horas ou mais em superfícies como torneiras ou telefones. Por isso, lavar as mãos com frequência é uma medida que ajuda a evitar infecções de um modo geral. Lave as mãos do seu filho sempre que puder, e especialmente antes das refeições.

Mantenha também as suas mãos bem limpas antes de lidar com o bebê. Sempre que você tossir ou espirrar, lave bem as mãos com sabonete e de preferência água morna. Esfregue os dois lados das mãos por ao menos 15 segundos e enxágue com bastante água. Caso você não tenha acesso a água e sabão na hora, carregue com você um gel anti-séptico à base de álcool para suas mãos, ou use lenços umedecidos. A princípio, não é aconselhável usar gel à base de álcool em crianças pequenas, mas converse com o pediatra.

Evite circular com crianças pequenas em ambientes de grande aglomeração de pessoas nas áreas afetadas pela doença.

Mantenha a criança longe de pessoas gripadas em geral. Se a avó está espirrando e tossindo, é melhor não pegar o bebê no colo. Haverá muito tempo depois para aproveitar o netinho sem o risco de transmitir vírus.

Se houver alguém com suspeita de gripe suína na sua família, mantenha-a em casa e siga as orientações médicas. Não mande uma criança com suspeita de gripe H1N1 para a escola.

Não tussa ou espirre em suas mãos, porque elas podem f**ar cobertas de vírus, que pode ser facilmente espalhado para outras pessoas. A recomendação é cobrir o nariz e a boca com papel higiênico ou lenço de papel ao espirrar ou tossir e depois jogá-los fora. Se não tiver um papel descartável à mão, cubra sua boca com o braço e espirre na manga. Muitos especialistas até acham esse método melhor que o papel, porque só de segurá-lo pode haver contaminação das mãos.

Como vou saber se é gripe comum ou gripe H1N1?

Na verdade, não faz muita diferença saber.

Os sintomas são os mesmos de qualquer gripe, mas os principais são:

-febre repentina de mais de 37,5 graus e tosse
-pode haver também cansaço, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares e nas articulações
-há casos com diarréia e dor abdominal

Se seu filho apresentar sintomas de gripe (febre, tosse), fale com o médico. Crianças de menos de 2 anos são consideradas grupo de risco e podem tomar remédios específicos para evitar complicações. Os medicamentos são mais ef**azes se tomados nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.

Um amiguinho do meu filho teve a doença. O que faço?

Em primeiro lugar, procure se acalmar. Lembre-se que, assim como na gripe comum, a gripe suína normalmente se cura sozinha. Mantenha seu filho bem alimentado e bem hidratado, pois assim ele conseguirá combater melhor a doença se por acaso a pegar.

Fique de olho e, em caso de surgir febre, junto com tosse ou qualquer outro sintoma, procure atendimento médico (se possível telefone primeiro para o pediatra).

Caso seu filho tenha algum problema crônico de saúde, for imunodeprimido ou for especialmente sensível a infecções (o que pode acontecer com prematuros), avise o médico de que houve um caso próximo a ele, mesmo antes de surgirem os sintomas. Mantenha-o longe de aglomerações e capriche na amamentação, se ainda der o peito.

Qual é o tratamento? Como vou saber se é grave?

Os casos de gripe H1N1 estão sendo tratados na maioria em casa, não no hospital, a não ser que haja complicações respiratórias, doenças debilitantes ou quadros mais graves. Se seu filho estiver com suspeita de influenza A/H1N1, o médico vai pedir que você o mantenha em casa -- não o leve para a escola e não permita visitas, para evitar que outras pessoas peguem a gripe.

Quanto mais novo o bebê, maior é o nível de cuidados e atenção para que a doença não se complique. Procure deixar sua casa e o quarto bem ventilados, com janelas abertas para o ar circular.

Atenção aos sinais de alerta de complicações:

-criança ofegante, falta de ar
-falta de ânimo
-febre acima de 39 graus

Se você estiver em dúvida, procure um médico para mais informações. Mulheres grávidas com suspeita de H1N1 devem procurar assistência médica, porque o tratamento é mais específico.

E se a mãe estiver com gripe H1N1, pode amamentar o bebê?

Sim, a mulher deve continuar amamentando o bebê, porque o leite materno ajudará a criança a combater o vírus. Ela pode usar uma máscara enquanto dá o peito, dependendo da orientação médica. Os medicamentos antivirais eventualmente usados no tratamento parecem ser seguros para o bebê, mas é melhor perguntar para o médico que está cuidando do caso.

Caso a criança esteja com a gripe H1N1, a amamentação é positiva, porque o leite materno a mantém hidratada e é mais fácil de digerir. Além disso, mesmo que a mãe não esteja doente, pode ter desenvolvido anticorpos contra o vírus, que vão ajudar a criança a combatê-lo.

Por quanto tempo a criança f**a contagiosa se tiver a gripe?

A partir do surgimento dos sintomas, a pessoa f**a contagiosa por até uma semana. Esse período pode ser maior no caso de crianças bem pequenas. Por isso o melhor é deixar seu filho "de molho" em casa até obter o sinal verde do médico.

16/05/2016

Como impor limites em crianças de 1 a 3 anos.

Dicas de como estabelecer limites em alguns comportamentos das crianças pequenas.

Quando a criança começa a andar e a explorar o ambiente, f**a evidente a necessidade de estabelecer limites. Ela precisa do adulto para ensinar-lhe o que pode e o que não pode ser feito. Mas impor limites é tão difícil quanto aceitá-los. Implica resolver: "O que meu filho é capaz de decidir sozinho e o que deve f**ar a meu critério?" O que fazer se ele não obedece? Reforçar o aviso, ameaçar, berrar, bater? E se ele - ou você - perder o controle?

Algumas normas podem ser adequadas para determinada idade, mas não para outra. Assim, quanto mais soubermos sobre o desenvolvimento infantil, mais fácil será exercer o papel de autoridade.

Sobre a criança de 1 a 3 anos, por exemplo: como ela vê o mundo? O que se deve esperar dela em relação à disciplina?
Nessa fase, o pequeno vive um processo de transformação para tornar-se independente. Tem vontade própria, não aceita mais o controle total sobre sua vida, quer fazer tudo sozinho e do próprio jeito. Em outros momentos, pede colo e não gosta de perder você de vista.

Se tratá-lo como um bebê, estará freando o seu desenvolvimento, já que a criança aprende com a experiência. Por outro lado, é necessário dizer "não" diante de situações perigosas - ir para a rua, brincar com a tomada, tocar no forno quente - e para atitudes que possam ferir o outro - bater nas pessoas, jogar coisas no irmão menor, puxar o rabo do gato. O desenvolvimento intelectual nessa fase é diferente do de uma criança mais velha. Sua memória ainda não está totalmente desenvolvida e por isso as regras precisam ser repetidas várias vezes.

Desafios e frustrações

A criança não entende a relação de causa e efeito. É capaz de subir numa escada e só depois perceber que não sabe descer. Também não quer esperar nem um minuto: quer ch**ar o sorvete logo e reclama da demora para tirar o papel.

Os desafios do cotidiano são frustrantes. Muitas vezes, ela quer fazer coisas que ainda não consegue, e isso pode causar acessos de raiva, comuns nessa idade. Se seu filho lhe bate, não adianta revidar para "ele sentir como é". Ainda não há conexão entre os sentimentos dele e os seus. Ele chega a agredir porque não tem vocabulário suficiente para se expressar. Será melhor tentar descobrir as causas da reação e ajudá-lo a usar palavras ao se manifestar: "Bater, não! Sei que você está com raiva da mamãe porque não deixo você pular dessa altura. Mas você pode pular aqui, nesta almofada".

A linguagem da criança às vezes mascara sua compreensão da realidade. Ela usa palavras sem saber o seu real signif**ado e não entende o ar de reprovação quando você diz: "Mas você prometeu para a mamãe que..." Assim, não convém aplicar uma disciplina rígida. Essa radicalização vai gerar muita batalha e desamor. O desafio é usar criatividade para que a criança passe a querer a mesma coisa que você.

Que todos tenham um dia abençoado!
16/05/2016

Que todos tenham um dia abençoado!

06/03/2016

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