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Final de tarde é sempre assim! Sem filtro.Atenção no wod e nesse céu lindo.Escolha mudar. Vem pra Change Cross Training ...
10/01/2018

Final de tarde é sempre assim! Sem filtro.
Atenção no wod e nesse céu lindo.
Escolha mudar. Vem pra Change Cross Training

Olá Changers chamem seus amigos!!!!Está aberta as inscrições para o Change Your Life  1.0.Se atingirmos o mínimo 30 insc...
05/01/2018

Olá Changers chamem seus amigos!!!!

Está aberta as inscrições para o Change Your Life 1.0.
Se atingirmos o mínimo 30 inscritos até dia 12/01/2018 o programa terá início no dia 13/01/2018
Caso não preencha todas as vagas somente terá início no dia 03/02/2018.

Valor da inscrição R$90,00
Incluso na inscrição:
Palestra com nutricionista
Dieta exclusiva do programa
Avaliação inicial
Coquetel inicial
Avaliação final
Coquetel de encerramento
Grupo privado no WhatsApp
Mudança em sua vida.

Aguardo o contato dos interessados.

Forte Abraço e bons treinos.

Contatos Fone 47 3021-3658 WhatsApp 47 99739-4612 / 99191-5430

Mais uma do nosso quadro Antes e depois.Resultado bacana de um de nossos ADMs  após 30 dias de   e
15/06/2017

Mais uma do nosso quadro Antes e depois.

Resultado bacana de um de nossos ADMs após 30 dias de e

Crossfit causa lesões? Especialista derruba mitos.   Os mitos do crossfit existem desde o surgimento da modalidade, faze...
27/05/2017

Crossfit causa lesões? Especialista derruba mitos.


Os mitos do crossfit existem desde o surgimento da modalidade, fazendo com que diversos praticantes, atletas e coaches convivam explicando e desmentindo certas opiniões erradas. O especialista Arivan Gomes conversou com o WOD News para tirar dúvidas que cercam a prática.

Arivan está acostumado a lidar com os mitos do crossfit. Formado em fisioterapia, hoje é proprietário de um box de crossfit, especialista em ortopedia e traumatologia e professor na Universidade Estadual de Londrina. Além disso, já foi fisioterapeuta de personalidades como Júnior Cigano, lutador de MMA, e a cantora Ivete Sangalo.

Questionado sobre o crescimento do número de adeptos do crossfit no Brasil, Arivan também diz se surpreender. “É algo impressionante esse crescimento vertiginoso e, mais ainda, a paixão dos praticantes por esse esporte”, comentou. “Tudo o que é novo necessita de um tempo para ser categoricamente estudado, treinado e corretamente difundido”.

Arivan diz que não mede esforços para acabar com os mitos do crossfit. “Temos o boom de academias não credenciadas e/ou profissionais não capacitados que ajudam na construção de uma imagem equivocada e deturpada do que é o crossfit. Por isso, não meço esforços na realização de palestras por todo o Brasil, cursos e workshops, justamente com os temas voltados à biomecânica desse esporte”.

O professor comentou também o maior e mais conhecido dos mitos do crossfit. “O maior [mito] é que o crossfit lesiona mais que os outros esportes. Esse já foi derrubado e comprovado diversas vezes, por meio de estudos científicos que comparam esse esporte com corrida, futebol, a própria ginástica e diversos outros, mostrando que o crossfit está muito aquém dos demais em número de lesões por hora praticada”.

Arivan também cita outros atletas que se tornam adeptos ao crossfit sem prejudicar seu esporte principal. “Cada vez mais, de triatletas a lutadores de MMA, eles utilizam o crossfit como o método que direciona o seu alto rendimento físico. O que é imprescindível é mensurar e adequar muito bem a rotina diária dos treinos, acompanhada por um profissional”.

Gomes foi além e, para derrubar de vez o maior dos mitos do crossfit, citou a reabilitação como um dos benefícios do crossfit. “Diversos exercícios do crossfit são úteis para trabalhos de mobilização articular, estabilização segmentar ou até mesmo fortalecimento direcionado a algum segmento do corpo. O que vai direcionar o trabalho é a avaliação individual e a identif**ação do que pode e do que não pode ser feito”.

Arivan comenta ainda que utiliza de todas suas formações e especializações para a melhoria dos treino em seu box, o Aldeia CrossFit, em Salvador.

“Lá, eu julgo que temos a estrutura profissional ideal, pois consigo num mesmo espaço intervir com os meus atletas que estão se recuperando de alguma lesão ou simplesmente estão focados no objetivo de prevenção de lesões, ao lado dos alunos do crossfit que estão treinando em alto ritmo para performance e qualidade de vida, assistidos pelos coachs, profissionais de Educação Física”.

Por fim, Arivan conclui que o crossfit é uma modalidade capaz de atingir o público de qualquer idade ou gênero. “Pode-se ter num mesmo local um atleta de alto rendimento realizando um box jump na caixa de 90 cm, ao lado de uma senhora de 80 anos subindo, com uma perna de cada vez, numa caixa de 10 cm. Ambos estão alcançando os seus objetivos”, exemplificou.

“Ouso dizer que até indivíduos portadores de doenças ou lesões osteomioarticulares também podem praticar exercícios que são feitos no crossfit. Eles só precisam ter fisioterapeutas capacitados para, em conjunto com o profissional de Educação Física também capacitado, adaptar e executar os exercícios”, emendou o especialista.

Experiente, o professor deu dicas para novos praticantes que costumam ouvir mitos do crossfit. “Devemos nos manter sempre em atividade, porém para isso devemos fazê-lo de forma segura e responsável, sempre prezando pelo respeito ao nosso limite. Isso é individual e intransferível, ou seja, cada um tem o seu. E a grande atenção no crossfit deve estar voltada ao ótimo, se não perfeito, padrão de execução dos movimentos, por meio de uma plena mobilidade articular. Independentemente do nível em que você estiver, sempre dedique um momento do dia para a correção de imperfeições e invista naquele ganho minucioso de mobilidade, que certamente o lucro será só seu”, finalizou.

Bons Treinos!!!

Fonte:https://www.ativo.com/cross-training/noticias-cross-training/lesoes-especialista-mitos-do-crossfit/

Estudo metabólico do CrossFitO departamento de medicina esportiva e fisiologia do exercício da Universidade de Pepperdin...
20/05/2017

Estudo metabólico do CrossFit

O departamento de medicina esportiva e fisiologia do exercício da Universidade de Pepperdine, EUA, fez um estudo completo do efeito metabólico que o treinamento de CrossFit tem em seu praticante. O estudo de exercícios pode resultar em prevenção e tratamento de doenças através da medicina traduzida.

O estudo analisou atletas de CrossFit usando máscaras que cobriam o nariz e a boca, assim como outros aparelhos para avaliar diferentes marcos.

“Vamos analisar o volume de oxigênio inspirado e o volume de dióxido de carbono expirado, o que basicamente irá nos dizer como os praticantes de CrossFit estão utilizando combustível,” explica a Dra. Cooker Perkins, professora de medicina esportiva da universidade.

“Queremos saber o que está acontecendo dentro do corpo quando atletas estão trabalhando nessa capacidade,” diz ela. “Esses atletas sabem o que estão fazendo. Estão fazendo bem, e queremos captar o que está acontecendo fisiologicamente com eles enquanto executam um exercício em intensidade tão elevada.”

Com análises das medições dos níveis de VO2, batimento cardíaco e VCO2, a Universidade de Pepperdine analisou também o sistema metabólico gerado pelo CrossFit, dentre dos seguintes 3 sistemas metabólicos: sistema ATP de energia imediata, glicólise anaeróbica ou sistema de oxigênio.

A Dra. Cooker Perkins explica: “Uma medida comum na fisiologia do exercício é o volume de oxigênio consumido durante o exercício. Essencialmente, o que fazemos é medir o volume de oxigênio consumido e a troca de dióxido de carbono ao comparar a proporção entre essas duas medidas. Uma forma de estimar a energia gerada pelo corpo é a análise da proporção de troca entre os gases.”

E acrescenta: “VO2 é um dos produtos finais do metabolismo energético. A medida em que você produz energia para alimentar o trabalho muscular, um dos produtos dessa produção de energia é o VO2.“

“CrossFit não é um desses programas que aparecem do dia para noite e que não estarão mais por aqui em alguns anos. O CrossFit é um programa de treinamento que veio para f**ar, porque funciona. Pessoas treinam, pessoas obtêm resultados. Alguns praticantes de CrossFit conseguiram parar o uso de medicamentos para diabetes, depois do início da prática do esporte e mudanças na alimentação.“

Análise do treino de Julie Foucher, atleta de CrossFit, durante um WOD clássico de CrossFit chamado FRAN (21 thrusters, 21 barras, 15 thrusters, 15 barras, 9 thrusters, 9 barras):

O batimento cardíaco se manteve elevado a 190 BPM, o que é bastante elevado. O VO2 se manteve muito acima da média do esperado baseado na sua idade e s**o. Claramente, a capacidade na qual ela se exercita está muito acima do estimado. A maioria da população tem uma proporção de troca respiratória no nível 0.8. Quando passamos para 1.00, estamos usando 100% de carboidratos durante o exercício. Ela trabalhou acima de 1.00 o tempo inteiro. Isso signif**a que ela está usando carboidratos ou glicogênio armazenado como fonte de energia durante o exercício, com o uso de pouca gordura como fonte de energia.

Durante um treino básico e variado de CrossFit, o nível de oxigênio aumentou e ficou constantemente alto, mas a capacidade de trabalho durante o exercício mudou a todo momento devido às mudanças nos exercícios em si, que de qualquer forma resultaram em alto consumo de oxigênio mesmo sendo diferentes. Esses atletas estão se exercitando em capacidade máxima, acima da taxa estimada. Isso signif**a também que o nível de condicionamento físico desses atletas está muito acima do estimado, baseado no s**o e idade dos mesmos.

Qual a consequência disso??

O Dr. Holden MacRae, professor de medicina esportiva da Universidade de Pepperdine, explica: “A fonte de energia usada durante o treino de alta intensidade como CrossFit é proveniente de carboidratos ou glicogênio armazenado no nosso corpo. Durante o período de recuperação pós exercício, você tem uma troca. 90% da energia sendo usada no período de recuperação é proveniente do metabolismo de gordura. Quando você treina dessa forma, dia após dia, durante a recuperação enquanto o seu metabolismo ainda está elevado, você tem uma taxa altíssima de uso de gordura. Quando você produz esses altos níveis de oxigênio, o seu metabolismo se mantêm elevado por muito mais tempo. Se eu fizer uma sessão de treinamento de baixa intensidade em zona aeróbica na chamada zona de gordura, posso conseguir um metabolismo elevado por 20 minutos no máximo após o treino. Ao fazer uma sessão de treinamento como CrossFit, em alta intensidade por 20 minutos, por exemplo, eu consigo manter meu metabolismo elevado por muitas horas após o treino, com queima quase que exclusiva de gordura. Se eu fizer isso por um mês, dois meses, 6 meses, 1 ano….meu corpo vai mudar, em comparação a alguém que usa a técnica de zona de queima de gordura durante o exercício.”

CrossFit é um programa de treinamento único e completo, com resultados comprovados, mensuráveis e inquestionáveis.

Quando feito de maneira correta e com profissionais especializados, o CrossFit vai te proporcionar um alto condicionamento físico geral e a mais completa adaptação fisiológica possível, independente do seu nível físico ou idade, enquanto melhora e desenvolve todas as suas capacidades físicas: resistência cardiovascular, resistência muscular, força, velocidade, equilíbrio, flexibilidade, coordenação, agilidade, precisão e potência.

Bons Treinos!!!

GENÉTICA É DESCULPA NO CROSSFIT?Tudo mundo já encontrou pelo menos uma vez na vida alguém que, apesar de nunca se dedica...
12/05/2017

GENÉTICA É DESCULPA NO CROSSFIT?

Tudo mundo já encontrou pelo menos uma vez na vida alguém que, apesar de nunca se dedicar 100% aos treinos e não dar a mínima atenção para dieta, consegue fazer tudo o que o coach passa sem soltar uma gota de suor.

Seriam essas pessoas super humanos, mutantes, alienígenas ou algo do tipo?

Na verdade, não. Graças à evolução da ciência de das centenas de estudos que vêm sendo realizado no campo da genética, já podemos entender muito melhor por que algumas pessoas têm mais dificuldades do que as outras em determinados exercícios, e então tirar nossas próprias conclusões sobre o que fazer com relação a isso.

No último artigo da nossa série sobre genética, discutimos como a genética pode afetar seus resultados no CrossFit.

Vimos que sim, a genética realmente possui uma forte influência sobre alguns aspectos do desenvolvimento físico de cada um. Mas também vimos que vários outros aspectos não são afetados por fatores genéticos.

Ou seja, a maior parte do seu rendimento no CrossFit ainda é responsabilidade sua.

Genética é desculpa no CrossFit?

Uma vez que os aspectos científicos foram entendidos, é hora de conversarmos sobre um outro fator importantíssimo na vida de cada praticante…

QUAL O SEU OBJETIVO COM O CROSSFIT?

Sério. A pergunta parece boba, mas quantas vezes você já parou para realmente pensar sobre o assunto?

Obviamente existe um objetivo por trás de todo o esforço que você faz para ir até a academia e dar o seu sangue nos treinos. Mas o que temos observado bastante entre os praticantes (não só de CrossFit, mas de exercícios físicos em geral) é que nem sempre este objetivo está claro para todo mundo.

Quando se começa a treinar CrossFit as suas expectativas e objetivos que quer obter com a prática sempre são muito claros: emagrecer, f**ar mais forte, ganhar resistência, melhorar em outro esporte, socializar, ser desafiado, todas as opções anteriores…

Mas conforme vamos treinando e nos deparamos com aquelas pessoas que não se dedicam nem metade do que nós nos dedicamos, mas que mesmo assim conseguem resultados melhores que nós, acabamos f**ando desanimados e esquecendo o porquê de treinarmos CrossFit.

Qual seu objetivo no CrossFit?

O que eu quero dizer é que sim, essas pessoas existem e sempre existirão, no CrossFit ou em qualquer outro esporte.

E se sentir inferior à elas e pensar que “realmente você não nasceu pra isso” é perfeitamente normal. Mas quando isso acontecer, é importante se lembrar de que seu objetivo no CrossFit não deve ser melhor que os outros, e sim melhor do que você mesmo, um dia de cada vez.

Também é importante aceitar que o fato de outra pessoa estar obtendo melhores resultados do que você, mesmo treinando menos, não afeta em nada o seu objetivo.

A pessoa do seu lado emagrece mais fácil do que você? Aprendeu o muscle up mais rápido? Tem muito mais resistência?

Ótimo. Ficar chateado ou com raiva não vai mudar em nada o fato que você ainda deve treinar para atingir seus objetivos.

Sozinho

Pode parecer complicado, mas uma vez que você se acalma e pensa sobre o assunto, tudo f**a mais claro…

Os seus resultados dependem exclusivamente do SEU esforço, e se comparar com os outros não vai te ajudar em nada.

Estamos entendidos?

Bons treinos!

CrossFit após os 40 anos, Na visão de Lupa atleta referência no esporte aqui no Brasil. Quando se fala em referência no ...
08/05/2017

CrossFit após os 40 anos, Na visão de Lupa atleta referência no esporte aqui no Brasil.


Quando se fala em referência no CrossFit brasileiro, um nome certo e com muito conteúdo é o de Luiz Renato Oliveira, mais conhecido pelos fãs e amigos como Lupa. Pensando em trazer mais informações para adeptos e curiosos deste esporte, entrevistei o atleta brasileiro para debater sobre os principais pontos positivos e negativos, mas com um foco específico: a prática desta modalidade após os 40 anos de idade.

Segundo ele, a experiência faz com que você conheça melhor o seu corpo e os seus limites, fazendo com que seja mais fácil colocar um ritmo na execução dos seus movimentos. ‘’Acho que depois dos 40 levamos vantagens em WODs mais longos, pois a molecada tende a afogar no começo e não conseguem manter o pace’’, comenta Lupa.

Questionado sobre as principais mudanças após atingir essa faixa etária, ele afirmou que não sentiu diferença de performance, pois ele passou a seguir mais rigorosamente a dieta, assim como tempo de sono e descanso. ‘’Não dá mais para beber, comer bobagem, dormir pouco e querer treinar bem no dia seguinte’’, alerta ele.

O tempo de recuperação também muda. ‘’Não dá mais para treinar com tanto volume. Temos que f**ar mais inteligentes no treino. A força e a resistência nós não perdermos, mas temos que, mais do que nunca respeitar os descansos’’, ressalva Lupa.

Outra questão que afeta nesta faixa etária é a queda de produção hormonal, entretanto, a pratica de esportes induz a produção hormonal. Segundo ele, exercícios como deadlift e back squat promovem uma resposta neuroendócrina incrível e também afirmou que seus níveis hormonais estão excelentes, graças a prática do CrossFit.

É impossível falar na modalidade e não falar em competição. Sim, aos 40 é possível sim competir. Mas ele lembra que é algo um pouco mais difícil, principalmente pessoas que não tiveram um histórico esportivo. ‘’A pessoa tem que ter se mantido em forma durante toda a vida, pois é muito difícil ganhar mobilidade mais velho. O Monstar Games Individual e WKND Wars, em times são campeonatos bem organizados e com várias edições e pontos diferentes do país’’, destaca o atleta.

Outro ponto sempre muito questionado é a dualidade Resultados Incríveis x Lesão no CrossFit. Segundo ele, tanto um quanto o outro tópico são abordados de forma exagerada. Na verdade, não tem mágica e nem necessariamente machuca. ‘’O que vale a pena abordar é o aspecto da comunidade, como somos bem recebidos em qualquer box pelo mundo, como todos se ajudam e torcem um pelo outro, penso que esse é o ponto mais positivo deste esporte’’, comenta Lupa.

E não é de hoje que vemos os boxes cheios, independentemente da idade. Mas os mais velhos chamam atenção pela fascinação e superação nos treinos. ‘’Acho que é um esporte inclusivo e atrai todas as idades. Minha filha de 5 anos adora, adolescentes praticam, jovens também, cada um no seu ritmo’’, comenta o pai coruja.

Se você tem 40 ou mais, não importa. O nosso entrevistado fez questão de deixar sua mensagem para você, amigo leitor. ‘’Agora é a hora de ter saúde! O CrossFit é um esporte que leva a hábitos saudáveis e pode ser praticado a vida toda, sem restrição de idade. Eu diria para procurar um bom box e fazer uma aula experimental, é muito mais legal que musculação e academias tradicionais, pois não tem rotina’’, finalizou Lupa.

Créditos fotos: Reprodução Instagram oficial do atleta

Visão de Uma Nutricionista que também é atleta fala sobre alimentação no CrossFit.Sim. Como todo e qualquer esporte, a a...
05/05/2017

Visão de Uma Nutricionista que também é atleta fala sobre alimentação no CrossFit.

Sim. Como todo e qualquer esporte, a alimentação merece atenção especial, para você, atleta, chegar ao tão sonhado resultado esperado. E no CrossFit não seria nada de diferente. É importante saber que não existe dieta milagrosa e que nem adianta treinar como se não houvesse o amanhã se você não fizer um ‘’bem bolado’’ de treino, plano alimentar e descanso.

Pensando em trazer informações com qualidade, entrevistei a atleta Andréia Naves, Diretora da VP Centro de Nutrição Funcional, para tirar algumas dúvidas sobre a alimentação no CrossFit. A especialista deu dicas, falou dos mitos e sua experiência como profissional da área da saúde e praticante da modalidade.

Plano Alimentar

A primeira coisa que muita gente deve se perguntar é: o que diferencia um plano alimentar de CrossFit? Por ser um esporte de alta intensidade, a alimentação deve contemplar uma quantidade adequada de carboidratos e proteínas para atender a demanda energética do esporte. Andréia ainda complementa: ‘’Ele deve ser rico em *compostos bioativos, vitaminas e minerais antioxidantes e anti-inflamatórios que dão suporte na recuperação muscular e ajudam a reparar o dano induzido ao exercício. Com uma recuperação acelerada, o atleta consegue ter uma melhor performance nas sessões de treino’’, comenta a especialista.

Se o seu objetivo é ganhar massa ou perder peso, você tem que treinar com a ingestão alimentar adequada para o treino e não, você não deve seguir modismos e dietas da moda! '’É muito importante comer alimento de verdade, mas não precisa f**ar na neura de carregar marmita para todo lado que vai. É importante ter uma ingestão limpa, ou seja, sem aditivos alimentares, adoçantes, agrotóxicos etc. É fundamental também se organizar e respeitar a ingestão de macro e micronutrientes propostos no plano alimentar.

Por falar em dieta da moda e comida limpa, questionei Andréia sobre a Whole30, dieta comentada com frequência nos boxes. ‘’É uma dieta com bons alimentos, mas que não faz parte da minha prática. Não gosto de dieta prontas. Não gosto da restrição de leguminosas que a dieta propõe. Na verdade, não gosto de dieta e não faço dieta. Faço planos alimentares individualizados de acordo com o desequilíbrio funcional, objetivo e treino de cada paciente’’, afirmou a nutricionista.

Verdades e mitos

Cortar carboidratos à noite é uma solução para quem deseja emagrecer?

‘’Sem dúvida. O carboidrato é um grande vilão para o excesso de peso, mas não é só isso. Tem pacientes que se cortarmos o carboidrato à noite ele f**a mais compulsivo durante o dia. É preciso tomar cuidado e avaliar caso a caso’’, esclarece Andréia.

É verdade que comer fruta não é bom no pré-treino porque algumas possuem alto índice glicêmico? (No caso para quem visa perder peso). E se ela for de baixo índice glicêmico?

‘’Isso é uma bobagem. Até porque índice glicêmico a gente modula. Por exemplo, a manga tem alto índice glicêmico, mas se eu colocar uma colher de aveia ou de óleo de coco essa preparação já é de baixo índice glicêmico. Fruta tem açúcar, mas tem fibras e um monte de compostos bioativos que são importante para o esporte. De qualquer forma, para o emagrecimento, tento optar por frutas como abacate, caju, açaí (sem açúcar), maracujá, carambola e frutas vermelhas. Mas não deixo de usar as outras, só faço combinações mais inteligentes’’, comenta a nutricionista.

Suplementação

Nenhum suplemento substitui uma refeição. O suplemento complementa, mas para isso é preciso ter algumas cautelas. ‘’É importante saber porque está tomando. Se faz sentido naquele treino que ele está fazendo. O suplemento só vai funcionar se o atleta estiver treinando certo para o efeito que o suplemento se propõem. Além disso, os praticantes devem procurar suplementos de boas marcas, ler rótulos e preferir os que possuem *clean label’’, afirma a nutricionista.

Um dos suplementos mais comentados nos boxes é o Whey Protein, mas será que ele é indicado para todos? Segundo a Andréia, se o praticante tem uma ingestão proteica adequada pela alimentação não há necessidade de adicionar o suplemento. ‘’O Whey serve para complementar a dieta. A ingestão adequada deve ser de quatro refeições, contendo em cada uma 0,3-0,4g/kg de peso de proteína e uma refeição antes de dormir de 0,5 a 0,6g/kg de peso. Agora, se a pessoa não consegue atender a essa ingestão pela alimentação a inclusão do Whey é justif**ada’’, esclarece a especialista.

Andréia ainda afirma que é muito importante o praticante entender que a comida e o suplemento só vão funcionar se você treinar. Se fizer o treino adequado ao plano alimentar e a suplementação e vice-versa. ‘’O que funciona para o treino do vizinho pode não funcionar para o meu treino’’, alerta a nutricionista.

Dúvidas constantes


Muitos de nós, atletas, vivemos numa tremenda correria, onde muitas vezes temos pouco tempo entre acordar e treinar. Questionada sobre o que seria ideal para comer num curto prazo de 30 minutos, a nutricionista afirmou que não existe regra. ‘’Isso depende muito do objetivo de cada praticante e da limitação gástrica de cada paciente. Eu tenho paciente que come um “boi” 30 minutos antes de treinar e f**a super bem e tenho outros que se tomar água passam mal. Isso é muito individual mesmo’’, diz a especialista.

Por falar em água, outra questão que muitas pessoas têm dúvidas está na ingestão ideal. Segundo ela, para esportistas em geral a recomendação é de 30ml/kg de peso/dia.

Outra questão que você já deve ter tido curiosidade é: quantas calorias em média se gasta num treino? Seja na categoria Iniciante, Scale ou RX. Segundo a especialista, ainda nenhum estudo foi feito na modalidade principalmente por ser um esporte extremamente variado. ‘’Infelizmente só conseguimos fazer uma estimativa através de compêndios de atividade física, mas o treino de um CrossFitter nunca é igual, então esse gasto varia demais’’, finalizou a Andréia.

* Bioativos: substâncias presentes em verduras, legumes e frutas;
* Clean label: alimentos que só possuem ingredientes naturais em sua composição

COMO SUA GENÉTICA AFETA SEUS RESULTADOS NO CROSSFIT?Não tem jeito. Se você já está há algum tempo no CrossFit vez ou out...
04/05/2017

COMO SUA GENÉTICA AFETA SEUS RESULTADOS NO CROSSFIT?

Não tem jeito. Se você já está há algum tempo no CrossFit vez ou outra já ter se deparado com aquelas pessoas “geneticamente beneficiadas”. Que parecem nunca engordar mesmo comendo só besteira, raramente têm dificuldade com alguma técnica ou que, em um mês, já consegue o mesmo resultado de alguém que está soando há meses por isso.

Sim, essas pessoas existem e, apesar de ainda termos poucas evidências científ**as que relacionam genética com a facilidade em determinadas atividades físicas, f**a evidente para qualquer pessoa que treina que algumas pessoas certamente têm mais facilidades que as outras.

Se você não é uma dessas pessoas “geneticamente beneficiadas”, conhece muito bem o sentimento de ver alguém que não se dedica tanto conquistando as metas tão rapidamente, enquanto você, que leva o treino super a sério e dá seu sangue nos treinamentos, parece avançar em câmera lenta.

Como a genética afeta seus resultados no CrossFit?

Mas por que algumas pessoas têm mais facilidades que as outras? E o que a ciência nos diz sobre isso?

A maioria dos cientistas e pesquisadores esportivos concordam que genética, de uma forma ou outra, afeta a performance de um indivíduo em determinados esportes.

Estudos recentes já comprovaram que aptidões físicas como força, tamanho dos músculos e composição das fibras musculares, capacidade pulmonar, flexibilidade e resistência em geral.

Outros fatores relacionados à nutrição que também são bastante influenciados pela genética é a forma como nosso organismo absorve e utiliza cada nutriente (incluindo a água, que explica porque algumas pessoas bebem mais água do que as outras em um treino), acúmulo e distribuição de gordura pelo corpo.

Genética influencia na queima de gordura?

Isso signif**a que todos os resultados no CrossFit são totalmente dependente dos fatores genéticos de cada um?

Não!

Apesar de a genética influenciar como o nosso corpo reage ao treinamento e alimentação, essa influência ainda representa uma porcentagem muito baixa com relação ao sua dedicação no treino.

Ou seja, uma pessoa sem esses “benefícios genéticos” pode muito bem encontrar formas de compensar em outras áreas, e consequentemente atingir o mesmo nível de performance das pessoas consideradas geneticamente beneficiadas.

Além disso, estudos também demonstram que a genética não parece ter muita influência sobre outras habilidades como equilíbrio, agilidade, tempo de reação e precisão. Todas essas habilidades são desenvolvidas exclusivamente através de um treino apropriado e inteligente.

O que fazer então?

Apesar de todos os estudos citados aqui indicarem que a genética influencia de alguma forma sua performance no CrossFit, é muito importante entender que ainda não há formas de identif**ar quais são essas pessoas.

Portanto, não podemos apontar para uma pessoa e dizer que ela tem uma genética melhor do que a nossa, simplesmente porque sua performance é melhor do que a nossa.

E vamos combinar, a genética sem dúvidas é uma das desculpas mais usadas pelos preguiçosos, que nunca se dedicam e vivem querendo culpar os fatores externas por sua falta de resultados ou performance ruim no treino.

Para cada fator que a genética tem um peso, existe dezenas de outros que são totalmente responsabilidade sua.

Em resumo, você não tem culpa por ter nascido com a genética que tem, mas sempre será sua responsabilidade fazer as escolhas certas – no CrossFit e na vida.

Fonte:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3993978/
http://sportsmedicine.about.com/od/anatomyandphysiology/a/genetics.htm

Superando Bloqueios Mentais no Sn**ch e Clean and JerkFonte: Catalyst Athletics, escrito por Greg Everett Levantamento d...
01/05/2017

Superando Bloqueios Mentais no Sn**ch e Clean and Jerk

Fonte: Catalyst Athletics, escrito por Greg Everett



Levantamento de peso é 100% mental – se você já tem 100% da habilidade física necessária. Eu brinco com isso porque ao longo dos anos já ouvi todos os tipos de números, que obviamente são tolos por que é um fenômeno impossível de medir. Mas admito que, como em todos os esportes, o elemento mental é crítico e sem o foco, a confiança, a agressividade, a positividade e a mentalidade, em geral, um levantador nunca alcançará o potencial criado por suas habilidades físicas.



Todo levantador em algum momento teve um bloqueio mental com algum levantamento ou peso. Muitas vezes é uma linha extremamente clara – tudo está bem até atingir um certo peso, e de repente você parece que você nunca tocou uma barra em sua vida. Profanação e auto-aversão se seguem, e cada vez que acontece, o bloqueio piora.



Eu não vou entrar no trabalho mental propriamente dito aqui, porque esse é um tema enorme que merece mais foco. Este artigo vai ser sobre estratégias de treinamento prático para tentar passar por tais bloqueios mentais. Muito provavelmente, nenhum funcionará magicamente pela primeira vez – assim como com o trabalho técnico, você não vai consertar um problema de longa data em uma tacada só.



A seguir estão algumas estratégias de treinamento para trabalhar diretamente em bloqueios mentais com um dado levantamento ou peso, seja ele exato ou aproximado.



Ondas Progressivas

Esta é uma maneira simples de se esgueirar até um peso e possivelmente passar dele. Ao invés de correr contra a parede e, em seguida, bater a cabeça nela, as ondas progressivas criam uma abordagem mais gradual que pode ajudar na confiança e consistência. Ao trabalhar com um heavy single, pegue 3 ondas para alcançá-lo. Digamos, para simplif**ar, que seu limiar é de 100 kg. Ao invés de trabalhar diretamente até 100 como você normalmente faria, você pode tomar pesos como este: 90-93-96, 92-95-98, 94-97-100 Ou 80-85-90, 85-90-95, 90-95-100.



Isso não só ajuda você a superar o peso assustador, ele também oferece um monte de repetições de qualidade em pesos próximos a esse limiar de bloqueio, que irá beneficiá-lo fisicamente e mentalmente. Você também pode adicionar 1 kg para todos esses pesos para ir para o PR (personal record). Se você trabalhou no seu heavy single e teve seu bloqueio típico, você também pode parar o progresso, regredir as cargas e começar de novo em vez de continuar a tentar o peso que você perdeu.



Digamos que você fez o sn**ch com 90, 95 e, em seguida, perdeu 100. Você pode voltar para 92, depois 97 e, em seguida, 100 novamente. Desta forma, você se prepara para vencer o que você já fez (97 em vez de 95), e dar-se outra tentativa na grande carga com a confiança adicional que você ganhou a partir das duas marcas a mais. Isso nem sempre vai funcionar, especialmente se você estiver com pouca energia, mas quase sempre funcionará melhor do que simplesmente repetir o peso perdido 6 vezes e esperando a intervenção divina.



Treinamento no Liminar

Com o treinamento no limiar, em vez de esgueirar-se até o limiar e tentar superá-lo com ondas progressivas, você vai tentar trabalhar com qualidade tão perto do limiar quanto possível e gradualmente subir com o tempo. Vamos manter o exemplo de 100 kg, em vez de simplesmente treinar com um heavy single e tentar bater os 100 kg e continuar a falhar da mesma maneira repetidamente, você iria trabalhar até o peso mais próximo você está confiante de que você pode fazer para 3-5 singles- Isso pode ser algo como 90-95kg. Quando é uma questão mental, em vez de físico, você pode terinar surpreendentemente perto do seu peso de PR para vários singles. A próxima vez que você treinar este levantamento, você faz a mesma coisa, mas com 1-2 kg mais, e continue o processo ao longo de algumas semanas.



No minuto

Se você me conhece, você sabe que eu amo levantamentos no minuto. Você também sabe que eu odeio o termo EMOM – é claro que é a cada ma***to minuto! Ninguém diz no minuto querendo dizer a cada sete minutos. Em qualquer caso, sn**ches, cleans e jerks no minuto podem fazer maravilhas para a consistência e confiança. A maioria das vezes eu uso a estrutura do tipo Joe Mills – 5 singles em cada um dos 3 pesos progressivos no minuto e, em seguida, possivelmente seguido por alguns singles a mais trabalhando mais pesado fora do relógio, mas ainda com descanso relativamente curto (2 minutos ou um pouco mais). Isto será normalmente feito com pesos na região de 70-80%, e. 70-73-76%, ou talvez até 70-75-80% dependendo do levantamento e do levantador. A cada vez, os pesos no minuto aumentam 2-3% contanto que todos foram feitos na última sessão.



As séries no minuto sozinhas são ótimas para a construção de consistência duradoura e confiança no levantador, mas principalmente imediatamente após o treino, então aproveite isso e trabalhe um heavy single. Se você nunca fez levantamentos no minuto antes, pode ser difícil imaginar como você vai se sentir bem o suficiente para trabalhar com um heavy single após 15 singles, mas você vai se surpreender com o quão bom você se sente se os pesos no minuto foram escolhidos com sabedoria. Se você f**ar com a estrutura no minuto por um período de tempo signif**ativo, você pode trabalhar até intensidades muito elevadas – eu já vi meados de 90% em vários casos com meus levantadores.



Pesos incomuns

A maioria de nós temos hábitos muito arraigados quando se trata dos pesos que usamos enquanto trabalhamos até chegar no heavy single. Por exemplo, quando eu treino o sn**ch, eu faço 50-70-90-110-120 toda vez a menos que algo estranho esteja acontecendo. Normalmente, isso é bom e, possivelmente, até mesmo uma boa idéia, mas quando voçê está empacado como uma mula, ele pode ajudar a fazer alterações. Use pesos e aumentos desconhecidos. Se você sempre levantar pesos que terminam em 0 ou 5, comece fazendo aqueles que terminam em 2 ou 7, ou 3 e 8, por exemplo 102-107 em vez de 100-105. Se você sempre saltar 5kg, saltar 4 ou 6kg. O ponto é interromper o padrão e distrair sua mente do que ela espera – porque o que ela espera é fazer esses mesmos pesos e falhar no mesmo ponto cada vez.



Passos de bebê

Semelhante ao uso de pesos incomuns quando você trabalha em direção de um heavy single, fazer aumentos menores pode ser útil. Muitas vezes os levantadores evitam saltos pequenos com a racionalização de que isso signif**ará muitas séries e vai resultar em fadiga para ter sucesso com o peso objetivo – exceto que eles estão falhando com esse peso de qualquer maneira, então é uma preocupação tola em primeiro lugar. É importante lembrar que estamos falando de bloqueios mentais, e não de limitações físicas – isso signif**a que, embora o peso final seja pesado, a limitação não está em sua capacidade física de levantar, mas em sua capacidade mental de se comprometer a levantar. Realize saltos de 2-3kg – até mesmo saltos de 1kg em alguns casos – e não só será bem menor o desafio mental quando você atingir esse grande peso, você vai naturalmente obter um pouco de treinamento no limiar com o processo.



Complexes e Reps

Às vezes, a única maneira de ultrapassar um bloqueio mental é parar de tentar – esquecer o peso por algum tempo e concentrar-se em outra coisa. Passar um período signif**ativo de tempo (3-6 semanas ou mais) nem mesmo fazendo singles pode fazer maravilhas em alguns casos. Em vez disso, trabalhe complexes, variações como hang ou caixotes, e / ou duplos e triplos dará tempo para dar um passo para trás e tirar a sua mente do problema, dar ao seu corpo e mente uma pausa nos levantamentos pesados e dá a sua mente algum tempo para desenvolver a confiança de outras maneiras.



Idealmente você escolhe exercícios que abordam a fraqueza diagnosticada no seu levantamento. Por exemplo, se o problema com o seu sn**ch é uma extensão fraca, pouco agressiva ou incompleta, exercícios como hang ou sn**ches do caixote, sn**ches com 2 ou 3 posições, ou pull + sn**ch são boas escolhas. Se a posição de overhead é o problema, sn**ch + agachamento overhead ou sn**ch + sn**ch balance ou mesmo sn**ch + sn**ch balance + agachamento overhead, seguido de sustentar todos os sn**ches na posição inferior por 3-5 segundos, são boas escolhas.



Repetições também são ef**azes em doubles, uma vez que você está condicionado por eles, muitas vezes podem ser realizados surpreendentemente perto de seu melhor single. Isso, obviamente, ajuda com confiança, e também ajuda a remover um pouco da pressão em cada levantamento, porque você está pensando em mais de um único levantamento.



Exercícios de confiança

Às vezes, o problema é uma falta de confiança com um elemento específico do levantamento que pode ser abordado diretamente, a fim de melhorá-lo fisicamente e no processo de melhorar a sua confiança. Se você está com medo de f**ar debaixo da barra, porque você não está confiante em sua capacidade de suportá-la no overhead, trabalhe overhead squats, sn**ch balances, jerk supports, jerk recoveries e jerks behind the neck (e sim, sustente todas as posições de overhead por 3-5 segundos).



Se você sente a sua puxada tão pesada que não há nenhuma maneira de você entrar debaixo da barra, fortaleça sua puxada com exercícios como puxadas pesadas, puxada sobre um degrau, deadlifts, deadlifts sobre um degrau, puxadas partindo dos caixotes. Se está com medo de ir para baixo com agressividade, treine puxada alta de sn**ches ou cleans, ou sn**ches e cleans partindo de power position.



Se você está com medo de entrar debaixo de um clean, porque você sempre é esmagado, fortaleça o seu front squat, e use pause front squats e clean rack supports.



Confusão de Unidade

Isto acontece normalmente com os levantadores novos que não compreendem conversão de libras para quilogramas e possuem anilhas mistas ou só em libras porque genuinamente não têm nenhuma ideia de quanto peso está na barra, mas com levantadores mais experientes, você ainda pode às vezes se afastar do peso calculado para o treino. Se você sempre levantar em quilos e ter acesso anilhas em libras, levante em libras, e vice-versa. Sim, você pode obter uma calculadora e descobrir o peso em sua unidade preferida, mas não. Comece a 80-85% e então trabalhe os acréscimos sem calcular pesos. Basta continuar adicionando um pouco a cada série. Você terá uma ideia muito vaga, mas às vezes a falta de precisão é suficiente para você passar a sua faixa de bloqueio.



Atenha-se ao processo

Tenha em mente durante todo o processo que o objetivo sempre deve ser focado no movimento, não no peso. Em outras palavras, você não está fazendo sn**ch com 100kg, você está apenas fazendo sn**ch. Concentre-se no que seu corpo precisa fazer, não o que está na barra.Além disso, lembre-se sempre de dar um passo para trás e ver o quadro geral e entender a perspectiva de longo prazo. Um mau treino aqui e ali não sinaliza o fim de sua carreira no levantamento de peso. Perder um certo peso várias vezes não signif**a que você nunca vai fazê-lo. Quanto mais você enfatiza essas coisas, mais difícil se torna passá-las e mais elas se tornarão profecias auto-realizáveis. Se você acredita que nunca vai pegar 100kg, eu posso prometer que você nunca vai pegar 100kg. Se, por outro lado, você aprender a ter confiança, apesar de pequenas falhas e retrocessos, você sempre vai continuar progredindo.

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