AgitoShopper

AgitoShopper Plataforma de Marketplace da linha Agito do grupo Transmill

Já pensou ter seus clientes retornando muitas vezes na sua empresa, consumindo seus produtos e serviços e indicando para...
31/05/2022

Já pensou ter seus clientes retornando muitas vezes na sua empresa, consumindo seus produtos e serviços e indicando para amigos?
Cadastre-se e participe da nossa comunidade inteligente de consumo Agito.
agto.cc/YBA609

O ano de 2022 será muito importante, pois estaremos lançando nossa plataforma de marketplace com cashback em todo o Bras...
30/12/2021

O ano de 2022 será muito importante, pois estaremos lançando nossa plataforma de marketplace com cashback em todo o Brasil. Feliz 2022

13/09/2019

Uber respondeu assim ao novo decreto de lei conhecido como Assembly Bill 5 aprovado na Califórnia e que visa empresas como Uber, Lyft, entre outras.

10/09/2019

A empresa multinacional de transporte privado, Uber, está estudando a criação de um novo serviço de empréstimo para motoristas — segundo a firma, o prop...

10/09/2019

Uma batalha silenciosa sobre o transporte coletivo de passageiros está em curso nos principais tribunais do país. Há pelo menos oito ações em curso no Rio de...

Disparam queixas de consumidores contra aplicativos de transporte.Reclamações a Procons sobre cobrança, SAC e qualidade ...
09/09/2019

Disparam queixas de consumidores contra aplicativos de transporte.

Reclamações a Procons sobre cobrança, SAC e qualidade do serviço tiveram alta de 54%. Na Justiça do Rio, de 61%.

RIO - Cobrança indevida, dificuldade de resolver problemas com o SAC e má prestação de serviço são as reclamações mais frequentes registradas nos Procons contra os aplicativos de transportes . Após um período de encantamento com as facilidades da tecnologia e os preços, parece que a lua de mel entre usuários e apps chegou ao fim. O número de queixas aos órgãos de defesa do consumidor aumentou 54% comparando os registros feitos entre janeiro e agosto de 2018 e o mesmo período deste ano. No Judiciário, o salto foi ainda maior, de 61%. Foram 884 ações contabilizadas nos sete primeiros meses de 2019 só no Tribunal de Justiça do Rio. Na lista dos mais reclamados estão Uber, 99 e Cabify.

— Com o crescimento do uso, vêm as lesões. E, embora não haja uma regulamentação específica, o aplicativo é um fornecedor de serviço e, sendo assim, se submete ao Código de Defesa do Consumidor (CDC), sendo solidário aos atos praticados pelos motoristas. Essa conscientização aumenta a busca dos usuários por seus direitos — avalia o desembargador Marco Aurélio Bezerra de Mello.

Segundo o desembargador, chegam ao tribunal desde questões relacionadas ao trato com os motoristas até a duplicidade de cobrança, justamente a queixa de Paula Foit, de 29 anos, usuária da 99. Em abril, após uma corrida paga em dinheiro, ela foi cobrada também no cartão de crédito.

— Só quando fiz uma publicação na minha rede social, a 99 resolveu minha reclamação e ressarciu o valor pago em duplicidade— queixa-se

Destinos preteridos
Outra reclamação frequente e que foi parar no Ministério Público do Rio é o aumento de casos de motoristas do Uber que, ao visualizarem o destino da corrida, retardam a chegada ao local do embarque até que o usuário cancele o chamado, o que acarreta pagamento da taxa de cancelamento.

— Instauramos um inquérito para apurar, pois o fato de um motorista poder evitar ou cancelar uma corrida por ser curta demais, por exemplo, se enquadra como uma prática abusiva — explica o promotor Rodrigo Terra.

A designer Simone Nascimento, de 51 anos, desconfia que o procedimento também vem sendo adotado no Cabify:

— Em abril, pedi um carro de Vila Isabel para o Grajaú, uma corrida curta. O motorista aceitou, mas quando estava a 5 minutos do local de embarque, desviou o caminho para outra rua e deu a corrida como iniciada. Recebi a notificação e a cobrança. Mandei uma reclamação e até hoje estou sem resposta. O mesmo aconteceu em maio, num novo chamado para o mesmo trajeto. Mais uma vez não tive retorno.

Segundo Cássio Coelho, presidente do Procon-RJ, já chegaram ao órgão denúncias de que motoristas estariam inclusive contatando os usuários para se informar sobre o destino para avaliar se aceitariam a corrida. O que é irregular, afirma:

— Recomendamos que o consumidor faça print da tela no momento da contratação e de qualquer alteração. É preciso estar atento à finalização do serviço, pois também há muitas divergências em cobranças, trajeto, tempo da corrida.

Já no portal de intermediação de conflitos do governo federal, o Consumidor.gov.br, 34% das reclamações contra o Uber — único app do segmento cadastrado na ferramenta — são relativas a bloqueio ou suspensão indevida do serviço. O estudante Caio Righy, de 17 anos, uma das vítimas do problema, foi impedido de usar o app , sem explicação.

— O que causa indignação é a falta de respeito de sequer informarem o motivo — queixa-se Fabrício Righy, pai do estudante, acrescentando que após o contato do GLOBO, o Uber reativou a conta.

Luciano Timm, titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, diz que a preocupação é que a qualidade dos serviços seja mantida:

— Os apps devem investir na prevenção de ilícitos. Gostaríamos que todos ingressassem no Consumidor.gov.

Na avaliação do advogado Rafael Calabria, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é fundamental melhorar a comunicação:

— Na maioria dos casos, o que falta é clareza nas regras tanto para motoristas, quanto para consumidores. É preciso que os apps tenham um canal de reclamação mais direto.

Nesta terça-feira, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) vota em caráter definitivo o Projeto de Lei 704/2019, do deputado André Ceciliano (PT), que prevê o atendimento 24 horas, a possibilidade de registrar queixa durante o trajeto e o pagamento de valor correspondente ao da taxa de cancelamento ao cliente, após duas negativas seguidas de motorista do app .

— O projeto não pretende regular o serviço, mas garantir respeito aos direitos do consumidor — diz Ceciliano.

Motoristas treinados
A 99 afirma ter reembolsado Paula Foit e destaca que passageiros e motoristas devem seguir o método de pagamento selecionado para a corrida. O app acrescenta que oferece treinamentos aos motoristas para melhorar o serviço.

Já a Cabify disse que vai procurar Simone para resolver o problema. A empresa informa que os motoristas só visualizam o trajeto após aceitarem a corrida e que os profissionais são escolhidos por rigorosa seleção e treinados on-line.

Segundo a Uber, a empresa analisa constantemente viagens para identificar violações, podendo banir da plataforma usuários ou motoristas que tiverem média baixa de avaliações ou conduta que viole as condições de uso. Apesar de motoristas afirmarem que conseguem ver o destino da corrida, o app diz que o recurso não está disponível.

Via O Globo

06/09/2019

Aeroporto Internacional de Toronto foi o primeiro a receber o teste, que deve se expandir para outras localidades

Motoristas da Uber não têm vínculo trabalhista com a empresa, decide STJ.Tribunal decidiu que a Justiça Cível e não a do...
04/09/2019

Motoristas da Uber não têm vínculo trabalhista com a empresa, decide STJ.

Tribunal decidiu que a Justiça Cível e não a do Trabalho é responsável por resolver disputas entre empresa e condutores.

BRASÍLIA — A 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um caso envolvendo um motorista de aplicativo e a empresa dona do serviço seja julgado pela Justiça comum, e não pela trabalhista, por considerar que não há relação de emprego entre os dois. O processo foi julgado na quarta-feira passada, e a decisão divulgada nesta quarta-feira.

No caso, o motorista da Uber entrou com uma ação na justiça estadual após ter sua conta suspensa pela empresa. Ele pede a reativação do perfil e o ressarcimento de danos materiais e morais. O condutor considera que a suspensão o impediu de exercer sua profissão, além de ter provocado prejuízos materiais, uma vez que ele teria alugado um carro para fazer as corridas.

A Uber alegou no processo que a conta teria sido suspensa por comportamento irregular e mau uso do aplicativo.

O juiz que recebeu o caso na justiça estadual entendeu que não tinha competência para julgar o processo, por se tratar de relação trabalhista, e enviou a ação para a justiça do trabalho, que também se considerou inapta e solicitou orientação ao STJ.

Os ministros da 2ª Seção decidiram por unanimidade que o caso deve ser julgado pela justiça comum.

Segundo o relator do processo, ministro Moura Ribeiro, a relação de emprego exige os pressupostos de "pessoalidade, habitualidade, subordinação e onerosidade", características não encontradas nesse caso.

Ribeiro afirma que os motoristas da empresa não mantêm relação hierárquica com a empresa, "porque seus serviços são prestados de forma eventual, sem horários pré-estabelecidos e não recebem salário fixo".

O relator diz ainda que as ferramentas tecnológicas disponíveis permitem criar uma "nova modalidade de interação econômica" e que os motoristas, nesse caso, "atuam como empreendedores individuais, sem vínculo de emprego".

Via O Globo

Aplicativos já transportam o triplo de passageiros em relação aos táxis.Os aplicativos de transporte como Uber, 99 táxi ...
02/09/2019

Aplicativos já transportam o triplo de passageiros em relação aos táxis.

Os aplicativos de transporte como Uber, 99 táxi e Cabify já transportam três vezes mais passageiros do que o os táxis no Rio. É o que aponta um estudo do Núcleo de Pesquisas em Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ.

egundo o levantamento, os aplicativos carregam por dia, 750 mil passageiros. Já os táxis 233 mil.

De acordo com a pesquisa, o custo benefício de usar estes aplicativos explicam a popularidade do serviço. Muitas vezes os usuários optam por ser mais barato se deslocar por este serviço do que pelo transportes públicos ou táxis.

Via Diário do Rio

02/09/2019

Vender o carro na concessionária é uma grande comodidade, mas também pode ser uma frustração em relação ao preço oferecido e o valor esperado, consultado na...

O que acham?
30/08/2019

O que acham?

Em decreto publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da cidade do Rio, o prefeito Marcelo Crivella cria uma espécie de código disciplinar para os...

Cresce vertiginosamente o número de motoristas de táxi graduados e poliglotas.Quem anda de táxi já percebeu. Com a crise...
15/08/2019

Cresce vertiginosamente o número de motoristas de táxi graduados e poliglotas.

Quem anda de táxi já percebeu. Com a crise que se abateu na economia a partir de 2014, cresce o número de profissionais altamente qualificados (muitos que migraram de suas antigas profissões, jornalistas, inclusive) que tentam tirar o sustento do dia a dia dirigindo táxis. Um levantamento feito pelo Iplan-Rio com 26.400 cadastrados naquele aplicativo da Prefeitura, o Taxi.Rio, revelou que mais da metade tem curso superior. E há muitos poliglotas nesse grupo: 3.836 motoristas falam inglês, 2.397 espanhol, 699 francês; e 84 falam alemão.

Via O Globo

Endereço

Rua Das Camélias, 109, Vila Valqueire, Rio De Janeiro/RJ
Maceió, AL
21330200

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando AgitoShopper posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar