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11/11/2015

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TÉCNICA DE PILOTAGEMPosicionamento na motoA moto é conduzida pelo posicionamento do nosso corpo. Manter um posicionament...
30/10/2015

TÉCNICA DE PILOTAGEM

Posicionamento na moto

A moto é conduzida pelo posicionamento do nosso corpo. Manter um posicionamento correto, além de aumentar sua segurança e a eficiência nas mudanças de direção, torna a pilotagem mais confortável. Os pés devem f**ar em linha reta e paralelos, com as pontas sobre as pedaleiras. Desloque-os para frente quando for necessário acionar o câmbio ou freio traseiro e retorne à posição original. Nunca pilote com as pontas dos pés abaixo da linha das pedaleiras, porque f**am expostas a obstáculos. Pressione os joelhos contra o tanque e mantenha a coluna ereta para evitar dores nas costas. Os braços devem estar relaxados e os cotovelos, próximos ao corpo.



Garupa

Quando der carona, pilote com mais suavidade para deixar o passageiro confortável. Explique que ele deve acompanhar a inclinação para o lado da curva e sempre segurar nas alças ou cintura do piloto.



Bagagem

Se precisar transportar objetos prefira baús ou mochilas. Caso não seja possível, evite exagerar no tamanho e no peso porque prejudicam a dirigibilidade. Uma fixação mal feita pode se soltar, enroscar na moto ou mesmo distraí-lo, causando uma queda.



Faixa

A moto não seria uma solução para o trânsito se perdesse a capacidade de evitar congestionamentos. Mas é preciso cuidado para trafegar entre os outros veículos, que têm pontos cegos e motoristas nem sempre atentos. Trafegue no meio da faixa de rolagem e recorra a ultrapassagens entre os carros apenas quando se formarem congestionamentos. Ainda assim, o faça em baixa velocidade e sinalize sua passagem com o farol sempre aceso e a buzina.



Cruzamentos e conversões

São as situações de maior risco para o motociclista. Sempre reduza a velocidade e olhe para os dois lados, mesmo que tenha a preferência na passagem, já que você está mais vulnerável que os motoristas. Ir devagar também ajuda a desviar e evitar imprevistos como pedestres desatentos, motoristas que não respeitem o sinal vermelho e problemas na pista (sujeira, buracos e ondulações).



Pilotagem defensiva

O grande segredo da pilotagem defensiva é ser visto. A moto é menor e muda de direção mais rápido que o carro, por isso nem sempre o motorista está nos vendo. Manter o farol (e não a lanterna) aceso de dia ou de noite é a primeira e mais importante precaução que podemos tomar. Outro cuidado é jamais ultrapassar pela direita: se muitos motoristas já se esquecem de usar o espelho retrovisor esquerdo, imagine a probabilidade de nos notarem pela direita... Acione a buzina com um leve toque se achar necessário e veja se ele te olha pelo espelho retrovisor antes de ultrapassar. Afaste-se de motoristas ao celular ou que estejam olhando para telas dentro do carro, como a de GPS.



Frenagem

Em piso seco e pavimento como asfalto e concreto, use o freio dianteiro sem medo. Aplique primeiro o de trás e logo em seguida o da frente, o que evita o mergulho da dianteira da moto. O freio dianteiro é mais forte e essencial para reduzir a distância até a parada. Acostume-se a usar dois dedos para acionar a alavanca (indicador e médio), o que evita o risco de, com um susto, se apertar a alavanca com todos os dedos e força excessiva, causando o travamento da roda. É recomendável aplicar 70% da força nele e os outros 30% no traseiro. Em piso de chão, reduza a carga na dianteira e transfira para a traseira, evitando assim o travamento da roda de direção por falta de aderência do pneu com o solo.

É importante lembrar que a aderência é reduzida nas curvas. Para esse tipo de frenagem prefira colocar a motocicleta em pé o mais rápido possível e então execute a frenagem de emergência. Evite esse tipo de situação sempre reduzindo a velocidade antes da curva e só acelerando novamente quando é possível ver o que há depois.



Aderência

As vias brasileiras têm algumas armadilhas que vão além dos buracos e ondulações. Muitas vezes, mesmo que pareçam bem conservadas, podem esconder riscos para o motociclista. A chamada sinalização horizontal, pintada ou instalada no asfalto, costuma ser uma área de baixa aderência especialmente perigosa quando molhada ou suja. Evite frear sobre as faixas de delimitação de pistas, lombadas pintadas e tachões. Quando a pista está úmida, evite passar sobre áreas pintadas inclusive nas curvas e mudanças de direção.

Lembre-se que pneu novo sempre vem com uma camada de cera, que é usada na fabricação para que a borracha se solte da fôrma. Quando comprar uma moto nova ou trocar de pneu lembre-se que a aderência estará reduzida nos primeiros quilômetros.



Obras

Perto de obras reduza a velocidade porque muitas vezes estão mal sinalizadas, o piso sujo e há chapas metálicas cobrindo buracos, que também f**am escorregadias quando molhadas. Outro problema frequente são as pistas que passam por mudanças provisórias de traçado, fazendo com que novas faixas sejam pintadas e as antigas cobertas por tinta preta. Nesse caso é preciso ainda mais atenção com piso molhado, porque há trechos pintados difíceis de serem diferenciados do resto do asfalto.

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇACapacetePrefira capacetes fechados, que também protegem a face. Seja qual for o modelo, a cinta...
30/10/2015

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

Capacete

Prefira capacetes fechados, que também protegem a face. Seja qual for o modelo, a cinta que o prende embaixo do queixo deve estar sempre afivelada e justa. O tamanho correto de capacete também é o que f**a justo na face e pressiona levemente as bochechas, sem permitir qualquer movimento ou folga que o deixe girar na cabeça. Após os primeiros dias de uso ele f**ará menos justo, e isso deve ser considerado na escolha.

Para f**ar mais confortável, prefira capacetes com vias de ventilação abaixo e acima da viseira. Preferencialmente, que possam ser fechadas e abertas para melhor adaptação a variações no clima. A ventilação interna é importante também para evitar o embaçamento da viseira, que prejudica a visibilidade e a segurança. A higiene é bastante facilitada pela presença de forro removível, que pode ser lavado com sabão neutro e recolocado no capacete após a secagem.

Na escolha do capacete não se esqueça de checar a qualidade da viseira e se o modelo tem abertura por estágios, que permite abri-la parcialmente quando for o caso. Capacetes com viseira fina não protegem os olhos no caso de um carro ou caminhão à frente lançar pedras. Prefira viseiras com pelo menos 1,5 mm de espessura. Se for antirrisco e antiembaçante, melhor. As viseiras fumê ou espelhadas são proibidas à noite porque comprometem a visibilidade.

Antes de comprar procure o selo do Inmetro na parte de trás ou na etiqueta presa à cinta, informando que o capacete foi aprovado pelo instituto e pode ser vendido no Brasil. Capacete sem o selo original, com a numeração correspondente ao modelo, rende multa.



Jaqueta

É importante andar de moto com braços e pernas protegidos por roupas de tecido resistente. Já existem calças jeans com proteções para joelhos e quadril produzidas para quem anda de moto. As lojas especializadas também vendem conjuntos de tecido sintético, como poliéster e poliamida, com reforços e proteções para cotovelos e ombros. As jaquetas de couro são em geral mais resistentes que as sintéticas em caso de queda com deslizamento no asfalto. Também custam mais, são mais pesadas e menos ventiladas. São mais indicadas para uso em rodovias e velocidades mais elevadas. Prefira jaquetas claras, que, além de reduzirem o calor, são mais fáceis de serem vistas à noite pelos motoristas. Equipamentos com adesivos e tecidos reflexivos também são bem-vindos.

Assim como o capacete deve f**ar justo, jaqueta, calça, botas e luvas também precisam estar rentes ao corpo. Caso contrário, saem facilmente e podem “girar” torcendo membros e causando ferimentos. Prefira jaquetas com forro removível, zíperes para abertura de ventilação e bolsos impermeáveis. São recursos que aumentarão seu conforto seja qual for o clima.



Botas

Calçados fechados e sem salto garantem segurança mínima. O ideal é usar botas para motociclistas, que são mais rígidas e incluem proteções nos tornozelos. As botas para uso em moto também contam com reforços na parte usada para trocar de marcha, que costuma se desgastar nos calçados comuns.

Já existe uma grande variedade de botas para motociclistas, adequadas a diferentes usos e gostos. Há opções que protegem e também permitem o uso casual, sem abrir mão de conforto e obrigar à troca de calçado. As botas evoluíram muito nos últimos anos e agora possuem solado mais macio e materiais que resistem melhor à passagem de água. Botas sem língua e cadarço resistem melhor à entrada de água e evitam que o calçado fique preso à pedaleira ou corrente.



Luvas

As luvas são o equipamento de segurança mais esquecido, mesmo sendo um dos mais importantes. Em caso de queda nos protegemos com as mãos, que precisam estar protegidas para evitar ferimentos. Esqueça as luvas descartáveis de algodão, que não resistem à abrasão pelo asfalto nem possuem proteções que amorteçam e resistam ao impacto contra ossos e articulações.

Prefira luvas de couro ou sintéticas com proteções sobre os dedos e camada de tecido dupla ou tripla na palma da mão, que mais se desgasta em caso de queda. A luva também precisa ter fecho na altura do pulso, para evitar que saia da mão com facilidade. Quem enfrenta clima frio, principalmente na estrada, precisa de luvas com forro mais espesso e maior comprimento para impedir a entrada de vento pelas mangas do casaco.

DICAS DE MANUTENÇÃO DE SUA MOTOBateriaMuitas baterias de moto não são seladas e esporadicamente precisam ter o nível de ...
30/10/2015

DICAS DE MANUTENÇÃO DE SUA MOTO

Bateria

Muitas baterias de moto não são seladas e esporadicamente precisam ter o nível de água completado. Na lateral da bateria você encontrará as marcas “mínimo” e “máximo”. Desligue a bateria (solte primeiro o pólo negativo), retire-a da moto, abra todas as tampinhas e complete o nível com água destilada vendida em postos de combustíveis e farmácias – água comum oxida as placas metálicas existentes dentro da bateria. Não use água mineral ou da to****ra. No verão, em regiões quentes ou em motos que passam o dia estacionadas sob o sol, essa verif**ação tem de ser mais frequente. Quando montar a bateria de volta, aproveite para limpar os pólos e ligue primeiro o positivo.



Cabos

Os cabos de freio, acelerador e embreagem também devem ser conferidos periodicamente. A quebra pode deixar você a pé ou comprometer a segurança. É fácil verif**ar: no caso do freio dianteiro a tambor e da embreagem, afaste o guarda-pó de borracha dos manetes e espie o estado dos cabos de aço. Troque se estiverem desfiados. A verif**ação do cabo do acelerador e sua troca devem ser feitas em uma concessionária.



Corrente

A corrente perde a lubrif**ação mais rápido em períodos de chuva e quando se trafega em regiões com muita terra, pó ou areia. Se andar de moto sob chuva intensa, lubrifique a corrente com óleo SAE 80-90 antes da próxima saída (aplique sobre toda a extensão da corrente com um pincel ou escova de dentes). A lubrif**ação reduz o atrito com a coroa e o pinhão e faz com que os três componentes durem mais. Em condições normais de uso, no asfalto, lubrifique a cada 500 km rodados.

Conforme a moto ganha quilometragem, lentamente a corrente ganha folga. Com o tempo você notará que ela f**ará abaulada para baixo. Quando essa folga for superior ao indicado no manual do proprietário (pode ser de 1,5 cm ou 2 cm, por exemplo), é preciso ajustá-la para não correr o risco de que se solte da coroa com a moto em movimento. Use um dedo ou chave de fenda para empurrar a corrente para baixo e ver quanto cede. O jogo de ferramentas original é suficiente para esticar a corrente e o procedimento está também no manual do proprietário. Basicamente, é feito soltando o eixo traseiro e o afastando para trás no braço oscilante da suspensão, junto com a roda. O aperto em excesso pode causar o rompimento. Cheque a folga a cada 1.000 km.



Filtro de ar

Algumas motos empregam filtros de ar descartáveis pela facilidade de manutenção, mas a maioria dos modelos de baixa cilindrada traz elementos de espuma. Estes devem ser lavados com detergente neutro a cada 1.000 km, e menos que isso se a moto circular em locais com muita poeira ou areia. Depois dessa limpeza, algumas fabricantes recomendam aplicar óleo SAE 80-90 na espuma.



Freio

No caso do sistema a disco, é possível ver se as pastilhas estão próximas ao limite f**ando de frente para a roda. As pastilhas são formadas por uma base metálica (por onde f**am presas à pinça de freio) e pelo material de atrito, que visualmente é um “degrau” que f**a em contato com o disco. Ele não pode estar com menos de 1 milímetro de espessura, e é ideal verif**ar até cada 1.000 km. Não deixe a pastilha acabar, porque essa economia sai caro: se a base metálica entrar em contato com o disco, vai danificá-lo e você precisará comprar um novo. Já nos modelos a tambor há indicadores do limite de ajuste das sapatas. O ajuste do freio a tambor é necessário conforme as sapatas se desgastam e a folga se torna superior a 3 cm até que o freio seja acionado quando pisamos no pedal.



Óleo do motor

Óleo lubrif**ante de boa qualidade é vital para a durabilidade do motor. Além de reduzir o desgaste entre peças como cilindro e anéis, o lubrif**ante ajuda a resfriar o motor e diminui o atrito no câmbio. Trocar o lubrif**ante seguindo os prazos corretos e especif**ações indicadas no manual do proprietário é uma das formas mais baratas de conservar seu motor. Escolha a fabricante de sua preferência, mas sempre siga a recomendação de viscosidade para qual seu motor foi projetado (por exemplo, 20W50).

Cheque se o nível do óleo lubrif**ante não está abaixo do mínimo recomendável a cada 1.000 km, pelo menos. Para isso, espere de 1 a 5 minutos após o uso e coloque a moto em piso plano. A maioria dos modelos precisa estar na vertical e não inclinada sobre o descanso lateral, o que resulta em diferença na leitura (consulte o manual da sua moto). Retire a tampa de abastecimento, limpe a vareta e insira novamente sem rosquear para verif**ar o nível do óleo, que deve estar entre as marcas “mínimo” e “máximo”. Se estiver abaixo do nível mínimo, complete com o mesmo lubrif**ante até atingir o nível correto.

No frasco de óleo você também encontra as classif**ações API de performance do óleo, por letras como SJ, SL e SM. Sendo de uma mesma viscosidade, um óleo API SL atende à uma classif**ação mais exigente que um API SJ, por exemplo (e assim por diante, em ordem alfabética). Você pode optar por um óleo de classif**ação API superior sempre que desejar, desde que respeite a indicação de viscosidade determinada pela fabricante da moto.



Pneu

A parada no posto é uma boa oportunidade para checar a calibragem dos pneus. O procedimento correto é feito com os pneus frios, por isso prefira parar no posto mais próximo – quando o pneu se aquece em contato com o piso, a pressão do ar interno aumenta e a bomba identif**a uma pressão maior. Use a pressão indicada pela fabricante da moto no manual do proprietário ou adesivo que costuma ser fixado no braço oscilante da suspensão traseira.

Mesmo que os pneus ainda não estejam gastos, precisam ser trocados se completarem cinco anos. O problema é que a borracha enrijece e resseca com o passar dos anos, e isso diminui a capacidade de aderir ao asfalto, o que pode causar derrapagens. A data de fabricação f**a estampada na lateral do pneu, perto da inscrição “DOT” (de Department of Transportation). É uma sequência de quatro números, na qual os dois primeiros revelam a semana em que foi produzido e os dois últimos, o ano de fabricação. Por exemplo: “0313” signif**a que foi produzido na terceira semana de 2013.

Quando os sulcos do pneu atingem a profundidade mínima, é hora de trocá-lo. Os sulcos servem para escoar a água em piso molhado e evitar a perda de aderência. Para evitar que o pneu se torne inseguro, ou que os sulcos desapareçam para que depois você perceba que já deveria tê-lo trocado, todo pneu traz na lateral inscrição TWI (do inglês Tread Wear Indicator, ou indicador de desgaste da banda de rodagem). Olhando o sulco próximo das letras TWI você encontrará pequenos ressaltos. Basta trocar o pneu quando a altura da banda de rodagem se igualar a esses ressaltos.



Vela de ignição

A vela de ignição é importante porque produz a faísca na mistura ar-combustível dentro do motor, o que faz sua moto andar. Quando gasta, faz o consumo de combustível subir, assim como a emissão de poluentes. Troque-as de acordo com a indicação do manual e verifique seu estado a cada 3.000 km. A folga entre os eletrodos deve ter em média 0,8 milímetro e precisa ser ajustada quando se compra uma vela nova.

Endereço

Rua 24 DE DEZEMBRO 511
Marília, SP
17500-060

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