08/03/2026
Quem me conhece sabe que sou zero feminista. Minha visão sobre ser mulher é mais pessoal e nem vou discutir isso aqui.
Fato é que, hoje eu senti um baita orgulho de mim. Confesso que estou em obras e já peço desculpas pelo transtorno 😅, mas estou feliz com a mulher que tenho me tornado.
Dentre as várias versões de mim, essa é a que eu mais gosto.. essa aí mesmo, que na verdade são várias em uma só! Mãe, mulher, moleca, profissional… várias versões que habitam em mim e que têm algo em comum: a capacidade de florir mesmo em meio ao caos.
Na verdade eu consigo até ver uma certa beleza no caos e outrora me disseram que a tristeza me cai bem, mas isso é assunto para outro post.
Fato é que eu consigo transbordar colo, aconchego, amor e perdão mesmo em meio às dificuldades. Não me vejo como vítima do que me acontece; aprendi bem com a máxima estoica de Marco Aurélio.
Os últimos meses não têm sido fáceis, mas quem disse que seria? Viver é um eterno rasgar-se e remendar-se, como disse Guimarães Rosa.
Sou “mulher jardim”. 🌿
E enquanto a caminhada da vida me oferecer pedras, eu ofereço flores. Afinal de contas, cada um oferece aquilo que tem.