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"Aqui estão agora os volantes mais birutas do mundo para realizar mais uma corrida maluca, em uma disputa pelo título de...
12/05/2021

"Aqui estão agora os volantes mais birutas do mundo para realizar mais uma corrida maluca, em uma disputa pelo título de volante mais biruta do mundo."
A narração anunciava os episódios de "Corrida Maluca", desenho animado que mostrava 11 competidores cheios de personalidade a bordo de carros que conseguiam ser tão malucos quanto seus pilotos. Produzida em 1968 nos Estados Unidos pela Hanna-Barbera, a animação estreou no Brasil em 1969 pela TV Tupi, passou por várias emissoras depois disso e marcou a infância principalmente de quem cresceu nos anos 70 e 80.

O legado da animação é incontestável: mesmo quem nunca assistiu à "Corrida Maluca" com certeza já ouviu falar pelo menos em Dick Vigarista e Penélope Charmosa. Apesar do sucesso, o desenho animado foi cancelado em 1970, por causa das reclamações de pais de crianças, que consideravam o conteúdo violento demais. Por incrível que pareça, os pilotos birutas atingiram o status de ícones da cultura pop estrelando apenas uma temporada de 34 episódios de 12 minutos – ou seja: em 6h48min dá para maratonar a obra toda.

Cada episódio exibia uma corrida sediada em algum local da América do Norte. As regras eram extremamente frouxas e praticamente qualquer projeto de veículo era aceito na disputa. Mesmo com os carros podendo ser equipados com geringonças para facilitar ultrapassagens e a superação de obstáculos que apareciam pelo caminho, o vilão Dick Vigarista ainda dava um jeito de trapacear. Mas aqui estava a moral da animação: Dick sempre se dava mal e foi o único personagem a nunca ganhar uma corrida – ele quase conseguiu no episódio "Destino: Cidade Fantasma", mas foi desclassificado por trapacear na hora da chegada.

"Corrida Maluca" não chegou a estabelecer um critério de pontuação próprio e também não há um episódio final declarando o grande vencedor do "campeonato".

Conta pra gente se você pegou essa época?!!!

Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros, foi um ator, comediante e escritor formado pela escola de interpretação Casa da...
07/05/2021

Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros, foi um ator, comediante e escritor formado pela escola de interpretação Casa das Artes de Laranjeiras. Nascido em Niterói, o artista se destacou na nova geração de comediantes brasileiros.

O ator foi internado em março de 2021 em hospital do Rio por conta da Covid-19. Foram quase 60 dias hospitalizado até a morte, em 4 de maio. No período de internação, passou a maior parte do tempo intubado e chegou a acordar nos últimos dias de vida, interagindo com equipe médica, parentes e amigos.

Na TV, o comediante fez participações em programas como "Minha Nada Mole Vida", "A Diarista", "Casos e Acasos" e "Sítio Do Pica-Pau Amarelo", ganhando destaque pela atuação no filme e no seriado homônimo "Divã".

Desde 2011, apresenta o humorístico "220 Volts" no canal Multishow. Segue em turnê com "Hiperativo" e "Minha Mãe É Uma Peça", espetáculo que rendeu uma adaptação para os cinemas em 2013 e o filme foi um grande sucesso de público, batendo recordes de bilheteria. A popularidade do filme foi tão que rendeu duas continuações, uma em 2016 e outra em 2019. Ele também estrelou em 2014 a comédia Os Homens São De Marte... E É Para Lá Que Eu Vou ao lado de Mônica Martelli como o organizador de festas Aníbal assim como a continuação Minha Vida Em Marte de 2018. Assim como os outros trabalhos do ator, os dois filmes também foram enormes sucesso de público, levando mais de um milhão de espectadores para o cinema.

Paulo Gustavo foi um grande precursor na comédia nacional, com seu humor satírico e debochado que fez milhares de brasileiros gargalharem nos cinemas e na frente da TV. O ator também foi importantíssimo ao trazer para o grande público pautas sociais relevantes como homofobia e normalizar a existência de personagens g**s e relacionamentos homoafetivos em seus filmes. Além de ajudar, através de sua personagem Dona Hermínia, várias famílias a se relacionarem melhor com seus entes queridos LGBTs. Seu talento e carisma estarão eternamente marcados na história do entretenimento e no coração de todos os brasileiros.

Kaoma foi um grupo musical franco-brasileiro criado em 1989 e responsável por lançar, com êxito o estilo musical lambada...
06/05/2021

Kaoma foi um grupo musical franco-brasileiro criado em 1989 e responsável por lançar, com êxito o estilo musical lambada na Europa.[1] Entre março e abril de 1988, o produtor musical Jean Karakos e seu amigo Olivier Lorsac viajaram a Trancoso, distrito de Porto Seguro, Bahia, Brasil, e conheceram a febre da lambada. Viram que as "lambaterias" (danceterias onde tocava lambada) estavam cheias, e viram nisto uma oportunidade de lucro. Então, gravaram filmes com imagens de dançarinos mostrando a dança e formaram uma banda para cantar no vídeo, e buscaram o patrocínio da Orangina e do canal TF1. O vídeo se mostrou um sucesso.

Em 1989, eles fizeram sucesso com o hit com sua música dance single "Lambada", que foi de fato uma canção chamada "Chorando Se Foi", gravado pelo grupo pop francês Kaoma com a vocalista brasileira Loalwa Braz. Ele foi lançado como o primeiro single do álbum Kaoma's estréia Worldbeat, mas que foi composta pelo grupo boliviano "Los Kjarkas".

Dado o claro ato de plágio cometido pelo Kaoma, Los Kjarkas processou.

Pouco após o disco Tribal Pursuit, morre o tecladista e produtor Jean-Claude Bonaventure, o Bona. Após sua morte, Fania Niang sai do grupo e inicia uma carreira solo em 2000. Loalwa Braz permaneceu nos vocais até 1999, quando a banda se separou, e deu início a sua carreira solo em 2003, com o disco Recomeçar. Em junho de 2015 anunciou o retorno do grupo com uma nova formação composta pelo cantor baiano Leon e a cantora Veruska Mônaco, más problemas com a sua saúde não deixou prosseguir, e em janeiro de 2017, quando foi encontrada morta carbonizada em seu carro.

05/05/2021

Ursinhos Carinhosos da estrela foi um brinquedo que fez muito sucesso entre as crianças na década de 1980 e foi muito vendido no Brasil.

Comenta aqui pra gente se você lembra ou já teve ele?!!

05/05/2021

O achocolatado em pó NESQUIK, no sabor de chocolate, foi desenvolvido pela empresa suíça Nestlé e lançado no mercado americano em 1948, inicialmente com o nome de “NESTLÉ’S QUIK” (escrito assim mesmo), sendo o primeiro produto em seu segmento no mundo. A escolha desse nome na língua inglesa ocorreu pelo significado da palavra “quick”, que significa “rápido ou veloz”, sugerindo a forma instantânea de preparo do produto em contato com o leite. Rapidamente se tornou uma das marcas preferidas das famílias americanas, dando as mamães uma maneira rápida e fácil para criar um delicioso copo de leite com chocolate e, em meados dos anos de 1950, o produto foi introduzido no mercado europeu com o nome de NESQUIK (junção das três primeiras letras da palavra NESTLÉ com QUIK), que acabaria sendo adotado nos Estados Unidos somente em 1999.

Na década de 1970 o produto ganhou enorme popularidade em virtude de um simpático e sapeca coelhinho chamado QU**KY, que se transformou na animada e divertida mascote da marca, conquistando milhares de crianças pelo mundo afora com suas peripécias. O produto foi lançado no mercado brasileiro somente em 1980 sob o nome QUIK, direcionado ao público infantil e que oferecia opções de sabor ao consumidor.

05/05/2021

O personagem Fofão era um alienígena nascido no planeta fictício chamado "Fofolândia". Criado e interpretado por Orival Pessini, Fofão fez sua primeira aparição na TV em 1983, no programa matutino infantil Balão Mágico, da Rede Globo. Inicialmente ele não falava e apenas emitia sons que eram interpretados por Simony. Com o sucesso do personagem, que ganhava cada vez mais espaço no programa, Orival Pessini criou o boneco Fofinho, réplica em miniatura de Fofão.
Fofão fez tanto sucesso que, com o fim do programa global, em 1986, ganhou seu próprio programa diário, a TV Fofão, na Rede Bandeirantes, onde apresentava quadros humorísticos, músicas, sorteios e desenhos animados. Seu programa na Rede Bandeirantes ficou no ar por quase quatro anos, de 1986 a 1989. Em sua programação havia desenhos animados da Hanna-Barbera, musicais e quadros cômicos. O personagem foi ainda protagonista de um filme, o longa-metragem Fofão e a Nave sem Rumo, de 1989, com direção de Adriano Stuart.
O programa TV Fofão voltou a ser exibido pela Rede Bandeirantes entre 1994 e 1996. Em 1996, o programa teve uma rápida passagem pela TV Gazeta, quando esta ainda mantinha parceria com a CNT.
Orival Pessini gerenciou a empresa Fofão Produtos e Merchandising, Ltda.. Com o sucesso do personagem, foram lançados vários discos e produtos com seu nome.

A Cobrinha Azul é um réptil muito alegre, confiante, cheio de esperança e atinge velocidades incríveis. Pode alcançar fa...
03/05/2021

A Cobrinha Azul é um réptil muito alegre, confiante, cheio de esperança e atinge velocidades incríveis. Pode alcançar facilmente os insetos para o seu sustento. Seu alvo preferido é o simpático Besouro Japonês, que usa grandes óculos e está sempre comendo flores. Mas, o Besouro Japonês não é uma presa qualquer. Ele é faixa-preta de karatê, algo que impede que a Cobrinha consiga saboreá-lo.
O desenho mostra as dificuldades enfrentadas pela cobra esperta e rápida (ela se auto-proclamava a cobra mais rápida do hemisfério norte) para capturar sua refeição do dia. Os episódios, geralmente, iniciam-se com uma perseguição da Cobrinha Azul atrás do Besouro Japonês. Às vezes, depois de muito trabalho, a Cobrinha até consegue finalmente engolir o Besouro, mas sempre acaba passando por maus bocados, pois o simpático inseto aplica vários golpes de karatê dentro do estômago da Cobrinha, jogando-a de um lado para outro. Como se não bastasse ficar sem comer e tomar uma surra do besouro, a Cobrinha Azul ainda tem de escutar um cantarolar debochado, que marcou o personagem nipônico: “Toli-toli-tolá, a ‘cobla’ ficou lá…”.
A Cobrinha Azul (The Blue Racer) é mais uma criação dos estúdios DePatie-Freleng. Foi apresentada originalmente nos Estados Unidos, entre 1972-74, num total de 17 episódios. Alcançou grande sucesso ao mostrar dois personagens que surgiram, pela primeira vez, em episódios da série animada Toro e Pancho. O Besouro Japonês apareceu primeiro em “Hop and Chop” (1970) e a Cobrinha Azul apareceu depois, em “Snake in the Gracias” (1971). A personagem rastejante foi baseada na cobra azul (blue racer), um réptil que vive nos EUA, conhecido pela sua extrema velocidade de ataque às suas presas.

No Brasil, onde teve uma boa repercussão, o desenho foi exibido na década de 1970 pela TV Tupi e na década seguinte pela TVS/SBT. Depois disso, o desenho acabou deixando de ser distribuído, caindo no esquecimento das emissoras.

Tanto a turminha quanto o programa foram um dos maiores sucessos da década de 1980, marcando uma geração de crianças. Co...
30/04/2021

Tanto a turminha quanto o programa foram um dos maiores sucessos da década de 1980, marcando uma geração de crianças. Com cerca de uma hora de duração, Balão Mágico apresentava desenhos como Pernalonga, Os Flintstones, Smurfs, Popeye, Bam-Bam e Pedrita, Zé Colméia, He-Man, Mulher Ar**ha, Flash Gordon, Superamigos e O Homem Pássaro. Algumas pequenas histórias eram usadas como gancho para a apresentação de desenhos e dramatizações. Para criar essas histórias, Rose Nogueira contava com a parceria da poetisa Lúcia Vilares.

O programa ganhou mais meia hora na programação da emissora, passando a ser exibido também aos sábados, com 1h40 de duração.

Balão Mágico saiu do ar em 1986 para dar lugar ao Xou da Xuxa

O Magnavox Odyssey foi o primeiro console de videogame lançado na história, em 1972. Mesmo sendo o primeiro produto da i...
29/04/2021

O Magnavox Odyssey foi o primeiro console de videogame lançado na história, em 1972. Mesmo sendo o primeiro produto da indústria, o Odyssey acabou atingindo relativo sucesso, graças ao inédito dispositivo para interagir com a televisão. Bastante rudimentar, o aparelho não reproduzia sons, tinha compatibilidade com somente dois tamanhos de TV e teve apenas 27 games lançados.

E ai? Comenta para nós se você é dessa época!!!

Chico City foi um programa humorístico produzido pela Rede Globo e exibido entre 5 de janeiro de 1973 e 24 de abril de 1...
28/04/2021

Chico City foi um programa humorístico produzido pela Rede Globo e exibido entre 5 de janeiro de 1973 e 24 de abril de 1980, semanalmente, tendo como figura principal o humorista Chico Anysio. A direção e o responsável pela produção variaram a cada temporada.

No início da história do programa, todos os quadros se passavam numa cidade do interior do Nordeste, a tal Chico City, aproveitando o sucesso da novela O bem amado, que fazia graça com personagens e sotaque daquela região do Brasil. O prefeito era o populista e corrupto Valfrido Canavieira. Seu pai, foi revelado depois, era o Professor Raimundo, que também teve lugar no programa com sua Escolinha. Um dos destaques era o velhote Seu Popó, que vivia implicando com seu companheiro Albamerindo (Jomba) e com suas enfermeiras.

O último quadro do programa era com o Veio Zuza, a quem os personagens iam se consultar sobre problemas diversos. Ele sempre respondia com um misto de ironia e bom senso. Neste quadro, o personagem Negritim, era interpretado pelo filho de Chico, Nizo Neto, também maquiado de negro.

Chico protagonizava todos os quadros principais, mas havia alguns exclusivos de outros humoristas, como o "Beleza" (o conquistador da cidade), interpretado por Carlos Leite, e "Os Intelectuais", onde Bertoldo Brecha (o pretenso intelectual de botequim, que vivia travando "sábios" diálogos com um amigo (Martim Francisco), a quem se referia como "Caro colégua", e cujo nome é uma sátira ao dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht), interpretado por Mário Tupinambá, que voltaria na Escolinha com o bordão "Veeeeeenha!"


Mas o destaque era mesmo Chico, que em cada programa de Chico City interpretava vários de seus mais de duzentos tipos. E depois do fim do programa, Chico teria na Rede Globo outras atrações!

Em 1982, o Ab**to Elétrico, uma jovem banda chegava ao fim. Seria mais uma historinha adolescente, se os integrantes des...
27/04/2021

Em 1982, o Ab**to Elétrico, uma jovem banda chegava ao fim. Seria mais uma historinha adolescente, se os integrantes dessa banda não tivessem formado duas das maiores bandas do rock nacional. Uma delas era o ainda existente, Capital Inicial. A outra, bom, a outra era o Legião Urbana.

Tudo começou quando Renato saiu do Ab**to e começou a tocar com Marcelo Bonfá, Paulo Paulista e Eduardo Paraná. A formação durou apenas o show de estréia, Paulo e Eduardo saíram da banda e, Dado Villa-Lobos assumiu as guitarras.
Foi quando eles tocaram no Circo Voador, no ano de 1983, que a carreira deu o pontapé inicial. Um empresário da EMI chamou a banda para gravar uma fita demo. Em 1985, veio o primeiro álbum oficial, com o nome homônimo. Com várias músicas sobre política, o Legião conseguia entender a alma dos jovens com músicas como "Geração Coca Cola".

Nesse momento, eles já tinham se tornado verdadeiros ídolos da juventude. O álbum "Que País é Este" saiu em 1987. Muito importante para Renato, ele contava com sete músicas do antigo Ab**to Elétrico. Embora o álbum fosse um sucesso por inteiro, a música "Faroeste Caboclo" tornou-se um hino dos fãs da Legião.

No ano 1989, eles já possuíam um tempinho de estrada, e talvez por isso, foi lançado o melhor disco na opinião de fãs e banda. Até hoje, musicas como "Pais e Filhos" continuam tocando nas rádios de rock brasileiras.

Todo esse sucesso é graças a genialidade de Renato Russo e as letras de música do Legião Urbana que variam entre românticas, algumas de protesto e sempre com muita filosofia.

Em 1991, Renato Russo descobriu que era soropositivo. Baseado em seu sofrimento, o álbum "V" é o mais melancólico da história da banda.

"A tempestade", álbum de 1996, parecia uma premonição. A tempestade de lágrimas chegou, 21 dias depois do lançamento do álbum. A Legião Urbana chegava ao fim com o falecimento do ídolo Renato Russo.

Mais uma deliciosa lembrança dos anos 90. Esse chocolate era um espetáculo! Pra hoje, resta a lembrança do seu anúncio. ...
22/04/2021

Mais uma deliciosa lembrança dos anos 90. Esse chocolate era um espetáculo! Pra hoje, resta a lembrança do seu anúncio. Diretamente de 1995!

Fãs do famoso chocolate Turma da Mônica, comenta ai se bateu aquela saudade?!!

Uma combinação perfeita de chocolate branco e preto. Bem que a Nestlé poderia relançar, né?

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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