06/02/2026
Essa cena parece tirada de um filme de terror. Mas é a realidade de cerca de 500 milhões de galinhas poedeiras em toda a América Latina, que são criadas em gaiolas com espaço menor do que uma folha de papel A4.
E o pior: passam a vida toda sem poder expressar seus comportamentos naturais, como abrir completamente as asas, caminhar e fazer seus ninhos.
Uma situação severa que leva os animais a níveis extremos de frustração e dor, já que, sem se exercitarem, as galinhas desenvolvem ossos frágeis e fraturas, por conta de doenças como a osteoporose.
Esse problema nos leva ao movimento cage-free, que ganhou bastante força no Brasil nos últimos anos, e que você já pode ter observado no mercado em caixas de ovos com termos como “galinhas felizes” ou “criadas soltas”.
O sistema livre de gaiolas garante ovos com menor prevalência de salmonella, em comparação com aves criadas nos sistemas de gaiolas, de acordo com dado da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) e ainda evita mais de 7 mil horas de dor e sofrimento para cada ave.
Embora o Brasil tenha avançado na indústria livre de gaiolas nos últimos anos, algumas empresas e redes, como o Fran’s Café e a Casa do Pão de Queijo, comprada pelo gigante Grupo Trigo, insistem em não cumprir seu compromisso com a causa, cuja transição para o uso de 100% de ovos livres de gaiola deveria ter sido finalizada até o final do ano passado.
Quer contribuir para a pressão pública para que o Fran’s Café () e a Casa do Pão de Queijo () adotem ovos de galinhas livres? Então, acesse os endereços abaixo e assine as petições da Sinergia Animal ():
Casa do Pão de Queijo - https://www.sinergiaanimalbrasil.org/osegredodacpq
Fran’s Café - https://www.sinergiaanimalbrasil.org/franscafecomsofrimento