10/07/2026
Ontem eu compartilhei que dou tela para os meus filhos e respondi com sinceridade: sim, sou uma mãe imperfeita.
E talvez seja justamente isso que nos aproxima da vida real.
Eu respeito profundamente as famílias que escolhem não oferecer telas aos filhos e admiro quem consegue seguir esse caminho. Mas também existe o outro lado: mães e pais que equilibram trabalho, casa, responsabilidades, terapias, demandas emocionais e, às vezes, usam a tecnologia como uma ferramenta possível dentro da sua realidade.
Aqui em casa, a tela não substitui amor, presença, diálogo, brincadeiras ou limites. Ela é apenas uma das ferramentas que fazem parte da nossa rotina.
Não acredito em maternidade perfeita. Acredito em mães fazendo o melhor que conseguem com os recursos, a realidade e os desafios que têm naquele momento.
No final, talvez a pergunta não seja “dar tela ou não dar tela”, mas sim: estamos criando filhos amados, vistos e acolhidos?
Porque é isso que realmente importa para mim