12/08/2022
UM FATOR PARA O ÊXITO:
HONESTIDADE CONSIGO MESMO E COM OS OUTROS
É provável que, antes mesmo de reagir a qualquer desafio externo, o primeiro dever de alguém seja ouvir a sua própria consciência e permanecer leal a ela. E isto parece ser verdade por um motivo muito simples.
Se alguém não for leal consigo mesmo, deixará, mais cedo ou mais tarde, de ser leal com os outros. Em compensação, quando o indivíduo permanece leal para com a sua própria consciência, ele tende naturalmente a ser honesto com os outros, nas diferentes situações da vida.
É relativamente fácil perceber que, para ser íntegro como indivíduo, um cidadão deve tentar ser honesto com todos os seres, e deve ser ainda mais honesto consigo mesmo e em relação às suas próprias decisões. Porém, nem todos têm a autoestima necessária para ser honestos em seu mundo interior. Muitos enganam a si mesmos, e convencem a si próprios de coisas que são falsas. A relação entre intenção e ação, por exemplo, é complexa e desafiadora, e constitui um teste constante para a coerência interior de qualquer um.
Eliphas Levi, um precursor de Helena Blavatsky, escreveu:
“Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã, e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa. É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade. Por isso, está escrito nos livros simbólicos e sagrados que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas ideias, mas segundo suas obras. Para ser, é preciso fazer.” [1]
Se temos uma intenção nobre, pois, é nosso dever transformá-la em atos. Isso não deve ser feito a partir de uma perspectiva de curto prazo, nem esperando resultados fáceis, mas como um compromisso consciente cujo prazo de duração é ilimitado
A Ação Correta Como Caminho Para A Felicidade - Carlos Cardoso Aveline