14/03/2026
PARIS FASHION WEEK AW26
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CHANEL: no Grand Palais, em Paris, marcou a segunda coleção de pronto-a-vestir sob a direção criativa de Matthieu Blazy. Foco em saias com casacos boxy de tweed em tons pastel, florais e xadrez com lantejoulas. Referências aos anos 20 com vestidos de cintura descida e malhas com padrões.
DIOR: reinventou o clássico parisiense com uma estética “aristo-youth” no Jardin des Tuileries, misturando flores à la Monet, tweeds, e o icónico Bar Jacket em versões técnicas/oversized. Peças com referências ‘Belle Époque’ encurtadas e folhos em camadas.
GIVENCHY: foi marcada por uma fusão entre a disciplina da alfaiataria e uma sensualidade fluida. Este foi o terceiro desfile de Burton para a maison, consolidando a sua visão de uma feminilidade moderna e complexa. Cortes precisos com ombros estruturados, fatos de estilo masculino e sobretudos imponentes, contrastando com vestidos de renda volumosos e drapeados suaves.
LOUIS VUITTON: Apresentada no Musée du Louvre (Cour Carrée), a coleção foi intitulada “Super Nature”. Uma exploração de como o mundo natural (montanhas, florestas e ventos) molda o vestuário, unindo folclore e futurismo.
MIU MIU: com o tema “Mindful Intimacy” (Intimidade Consciente). O desfile ocorreu no Palais d’Iéna, transformado numa espécie de floresta selvagem ou jardim com chão de terra e relva. Houve um forte uso de tecidos táteis e confortáveis como popeline de algodão, cashmere lavado, linho e tule bordado.
SAINT LAURENT: marcou o 60º aniversário do icónico “Le Smoking”. O desfile foi uma celebração da alfaiataria de poder, misturando o rigor masculino com a sensualidade feminina sob o tema da “elegância noturna”. Vaccarello inspirou-se na atriz Romy Schneider no filme Max et les Ferrailleurs (1971), traduzindo isso em silhuetas dos anos 70 e 80 com ombros marcados e casacos de pele volumosos.
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