02/12/2024
Na imagem ao lado encontram-se comunicadas as informações relativas às celebrações fúnebres da minha Mãe/ da Anita / da Ana Júlia / da .
E aproveito para partilhar um desabafo…
Escrevo eu, Diogo, o orgulhoso e babado filho da Anita ou Ana Júlia ou, ainda,
Uma Mãe, uma Mulher, uma Artista, de um coração do tamanho do mundo, repleta de valores, dotada de um talento inigualável, mesmo inigualável.
A minha Mãe era, e é, uma Mãe que, não só sempre fez jus ao significado de tal palavra, superou, honrosamente, tudo de bom que se pode esperar de uma Mãe.
Uma Mãe que viveu para a família, altruísta, calorosa, reconfortante, apaziguadora, sensata, de elevados valores morais, éticos e culturais.
Ter uma conversa com a minha Mãe era, e é, tão enriquecedor, tão caloroso, tão reconfortante. Ela é amor. Um altruísmo sem fim. É a palavra certa, no momento certo. Que Mãe inigualável… um pilar, uma segurança, a segurança em pessoa. Tinha fragilidades sim, como todos nós. A maior foi a maldita doença. Mesmo doente e frágil, teve sempre a palavra certa, o abraço caloroso, o lindo e sincero sorriso, as gargalhas únicas, um sentido de humor inexplicável… a proteção, o sentimento de proteção que sempre me transmitiu, mesmo doente lutou com todas as suas forças e sempre nos protegeu.
A minha Mãe é uma verdadeira Senhora, correta, sensata e de um coração do tamanho do mundo.
A minha Mãe, uma autodidata que se iniciou cedo no mundo da moda, da roupa, das criações, terá herdado esse dom da sua Mãe, minha Avó, que, infelizmente, também nos deixou muito cedo e quem eu não tive o privilégio de conhecer.
A minha Mãe, de coração enorme, um bom gosto incalculável, capacidades criativas e visionárias inexplicáveis, criou tantas e tantas obras de arte, em diferentes tecidos e jóias, com as suas mãos únicas, que transpiravam arte.
Deixa um legado tão valioso, coleções lindas, uma loja única, decorada, principalmente, pelas suas criações, que enchem as montras, prateleiras e charriots, principalmente, os nossos corações.
Minha Mãe ❤️